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Engana-se quem pensa que o Ministério Público Federal (MPF) não está de olho na denúncia do médico Dalton Gadelha, proprietário do Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa (Help), que acusa a gestão prefeito Bruno “redes sociais” Cunha Lima de um calote de R$ 33 milhões.

O órgão instaurou um procedimento, até porque pela fala de Dalton é indícios de desvio de recursos carimbados para pagar despesas não cumpridas. Quando a situação chega nesse nível é possível antever a contribuição da Polícia Federal, e neste particular o caldo engrossa.

A denúncia do dono do Help chegou ao Ministério Público desde janeiro. Está no órgão competente porque se trata de emendas parlamentares, pela Secretaria de Saúde de Campina Grande, que chegou a rebater o montante e, sem apresentar provas, atesta uma dívida de apenas R$ 700 mil.

O destino dos recursos provenientes de emendas seria da Secretaria de Saúde para a Fundação Pedro Américo, mantenedora do hospital. O procurador Djalma Gusmão está à frente do caso e confirmou ao MaisPB que há uma Notícia de Fato tramitando no órgão.

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