Funjope inaugura ‘Do sal ao barro’ no Hotel Globo, com foco em arte, memória e soluções ambientais

A Fundação Cultural Funjope abriu uma mostra que reúne trabalhos artísticos e comunitários intitulada Do sal ao barro, instalada nas dependências do Hotel Globo. A exposição aproxima técnicas ancestrais, como o trabalho com sal e barro, de reflexões sobre identidade, território e sustentabilidade, em uma proposta voltada para o público de João Pessoa e turistas.

Conceito e inspiração

A mostra propõe uma viagem sensorial e histórica, ao relacionar o sal, como produto ligado ao litoral e à economia tradicional, e o barro, como matéria-prima que remete ao artesanato e às práticas populares. Em Do sal ao barro há obras, painéis e instalações que destacam a força das memórias locais e a importância da preservação cultural.

O projeto busca ainda apontar caminhos de reutilização e reaproveitamento de materiais, conectando arte, ambiente e geração de renda para comunidades artesanais. A curadoria privilegia narrativas que valorizam saberes locais, com linguagem direta e acessível.

Participação estudantil e ligação com a COP30

Entre os destaques da programação está a participação de estudantes de João Pessoa, que trouxeram propostas práticas e projetos ambientais apresentados em fóruns nacionais. A iniciativa reforça o diálogo entre educação, cultura e políticas ambientais, com foco em soluções locais aplicáveis.

Conforme registro da fonte, a cobertura do evento ressaltou a presença estudantil, com a citação: “Quiosque Ambiental
Estudantes de João Pessoa apresentam projeto de solução ambiental durante evento na COP30, em Belém”, citada pela publicação Quiosque Ambiental. Essa menção evidencia a articulação entre experiências locais e debates globais, como os realizados na COP30.

Relação com a comunidade e impacto cultural

Do sal ao barro busca envolver grupos comunitários, artesãos e estudantes em oficinas e rodas de conversa, ampliando o alcance da arte para ações de caráter socioambiental. A mostra estimula o reconhecimento do patrimônio imaterial, e abre espaço para que tradições sejam ressignificadas em práticas contemporâneas.

Os organizadores destacam que o diálogo com a comunidade é central, e que a exposição pretende ser um ponto de encontro entre público e criadores, favorecendo trocas, aprendizado e possibilidades de trabalho colaborativo.

Visitação e programação

A exposição está aberta ao público no lounge do Hotel Globo, com entrada em horários compatíveis às atividades do local. A programação inclui visitas guiadas, oficinas e pequenas intervenções artísticas, pensadas para aproximar os visitantes do processo criativo.

Para quem busca uma experiência cultural ligada a questões ambientais e à valorização de técnicas tradicionais, Do sal ao barro oferece uma narrativa acessível, visualmente atraente e conectada a temas atuais, como sustentabilidade, memória e educação ambiental. A iniciativa da Funjope reforça a importância de projetos que articularam arte, comunidade e soluções práticas para o futuro.

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