
Defesa diz que tornozeleira humilha, nega plano de fuga e cita tentativa de violação
A defesa de Jair Bolsonaro afirmou que a tornozeleira imposta ao ex-presidente é uma medida que humilha e, ao mesmo tempo, negou qualquer plano de fuga por parte dele, conforme reportagem do paraiba.com.br.
O caso ganhou repercussão com reações dentro da família e manifestações públicas. Em Brasília, Flávio Bolsonaro mantém vigília e, segundo a cobertura, acusou o ministro Alexandre de Moraes com a frase, “Se meu pai morrer, a culpa é sua”.
Reações da família e declarações públicas
Além de Flávio, outros filhos se manifestaram. A publicação aponta, textualmente, que “Eduardo Bolsonaro diz que pai pode ter “surtado” ao violar tornozeleira eletrônica”, declaração que alimentou a percepção de tensão e confusão em torno do episódio.
A presença de familiares em Brasília e as falas públicas intensificaram o debate sobre o uso da tornozeleira, e sobre como medidas restritivas se misturam a uma atmosfera política já polarizada.
Tentativa de violação, e relatos sobre o episódio
Segundo a apuração citada, também houve uma tentativa física de retirada do equipamento, com a frase que foi divulgada na reportagem, “Bolsonaro usou ferro de solda para tentar abrir tornozeleira”. O relato sobre a tentativa de violação elevou o tom das discussões sobre segurança, integridade do sistema de fiscalização eletrônica, e possíveis consequências legais.
Ao mesmo tempo, há notícias relacionadas de que “Bolsonaro deve passar por audiência de custódia neste domingo (23) após prisão preventiva”, o que coloca novos marcos processuais próximos, e mantém a atenção sobre a situação jurídica do ex-presidente.
A posição da defesa
Os advogados de Bolsonaro sustentam que a tornozeleira representa uma afronta à dignidade do cliente, descrevendo o uso como humilhante. Eles também negam que haja intenção de fuga, e colocam foco em como a medida tem repercussões políticas e pessoais para a família.
As declarações oficiais da defesa, conforme divulgadas, buscam, por um lado, contestar a necessidade ou a forma de aplicação da tornozeleira, e, por outro, afastar a narrativa de que Bolsonaro tentaria escapar ao responder à Justiça.
O que esperar adiante
Com a audiência de custódia e possíveis desdobramentos processuais, a tornozeleira segue no centro das atenções. As falas de apoiadores e familiares, as tentativas de violação relatadas, e a defesa que classifica o dispositivo como humilhação, prometem manter o tema em evidência na agenda pública.
Enquanto isso, autoridades e operadores do direito terão de conciliar decisões de segurança, garantias processuais, e a gestão das consequências políticas de medidas como a tornozeleira, que já provocou declarações diretas, como “Se meu pai morrer, a culpa é sua”, e relatos de incidentes, como “Bolsonaro usou ferro de solda para tentar abrir tornozeleira”.


