{
"title": "Secretário da Política Econômica avalia 3 propostas para a justiça fiscal em entrevista no DR com Demori",
"subtitle": "Entrevista aborda justiça fiscal, propostas de taxação e combate à sonegação, com transmissão na TV Brasil",
"content_html": "<h2>Entrevista aborda justiça fiscal, propostas de taxação e combate à sonegação, com transmissão na TV Brasil</h2><p>Na edição do programa <b>DR com Demori</b>, o secretário da Política Econômica discutiu a importância da <b>justiça fiscal</b> como eixo para reduzir desigualdades e fortalecer a capacidade do Estado de financiar políticas públicas. A conversa buscou explorar propostas concretas, riscos e impactos para famílias e empresas, sempre com foco em medidas que aumentem a equidade sem comprometer a atividade econômica.</p><h3>O que é justiça fiscal e por que importa</h3><p><b>Justiça fiscal</b> se refere a um sistema tributário que distribui o ônus entre contribuintes de forma equitativa, protegendo quem tem menos renda e exigindo mais de quem tem maior capacidade contributiva. Na entrevista, o secretário destacou que debater justiça fiscal é também discutir "quem paga, quanto e como", sobretudo em um momento de restrição orçamentária e necessidade de investimentos em áreas como saúde e educação.</p><h3>Três propostas analisadas</h3><p>O secretário detalhou, de maneira geral, três frentes de ação para avançar na <b>justiça fiscal</b>. A primeira é o fortalecimento da progressividade tributária, com ajustes que aumentem a participação de impostos sobre renda mais elevada. A segunda envolve o combate à sonegação e ao planejamento tributário agressivo, medidas que, segundo ele, podem recuperar recursos importantes sem elevar taxas nominalmente. A terceira propõe simplificação e racionalização de benefícios fiscais, para reduzir distorções que beneficiam setores específicos em detrimento do interesse público.</p><p>Essas propostas foram apresentadas com ênfase na necessidade de diálogo com o Congresso e agentes econômicos, para construir mudanças que sejam eficazes e sustentáveis no médio prazo. O secretário também apontou que qualquer reforma precisa proteger programas sociais e preservas à estabilidade fiscal.</p><h3>Impactos para famílias e empresas</h3><p>Segundo o secretário, avanços na <b>justiça fiscal</b> podem reduzir desigualdades se combinarem progressividade e eficiência administrativa. Para famílias de baixa renda, isso significa manutenção ou ampliação de programas sociais financiados de forma mais justa. Para empresas, a expectativa é de maior previsibilidade e menos distorções competitivas quando benefícios fiscais regressivos forem corrigidos.</p><p>O debate também trouxe à tona a necessidade de medidas complementares, como melhoria na gestão tributária e investimento em tecnologia para identificar e reduzir fraudes, além de medidas que incentivem a formalização de trabalhadores e negócios.</p><h3>Onde e quando assistir</h3><p>O conteúdo da entrevista estará disponível na programação do programa, conforme a comunicação oficial: <br>DR com Demori – Guilherme Mello<br>Terça-feira, 25 de novembro, às 23h, na TV Brasil e Rádio MEC<br>Quarta-feira, 26 de novembro, às 4h30, na TV Brasil<br>TV Brasil na internet e nas redes sociais<br>Site – https://tvbrasil.ebc.com.br<br>Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil<br>Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil<br>YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil<br>X – https://x.com/TVBrasil<br>TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil<br>TV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br</p><p>O episódio oferece uma visão acessível e direta sobre propostas que visam tornar o sistema tributário mais justo. A discussão sobre <b>justiça fiscal</b> segue como tema central para definir como o Brasil financia prioridades públicas, e a entrevista no <b>DR com Demori</b> traz elementos para que cidadãos e formuladores acompanhem e debatam essas propostas.</p>"
}

Deixe uma resposta

Você também pode gostar

Dólar: moeda fecha último pregão em alta

Resultado foi influenciado por dados otimistas da economia dos Estados Unidos

Região Nordeste lidera índice de atividade econômica do Brasil

O índice de atividade IBCR-NE do Banco Central do Brasil (Bacen) aponta que a economia nordestina avançou 3,2% no 1º trimestre de 2024. O Ceará apresentou o maior crescimento no índice, sendo 4,4%, com avanço do comércio varejista (9,1%).

Ibovespa em alta de 1,26 % nesta segunda

Aos 120 mil pontos, índice é o melhor desde novembro

Reforma do IR: 73,5% dos professores da educação básica terão alívio financeiro em 2026

Professores da educação básica terão alívio financeiro com novas regras do Imposto…