Carlos Bolsonaro expressa profunda apreensão sobre o estado de saúde de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Em uma publicação recente nas redes sociais, Carlos descreveu o cenário como alarmante, sugerindo que a situação de saúde do ex-mandatário pode atingir um “ponto de não retorno”.
O ex-vereador visitou Jair Bolsonaro na quarta-feira, 18 de outubro, e compartilhou suas observações e sentimentos em sua conta online. A preocupação de Carlos Bolsonaro não é recente, mas a visita parece ter intensificado seu temor.
“Ponto de não retorno” iminente, afirma Carlos Bolsonaro
Em sua declaração, Carlos Bolsonaro enfatizou a gravidade da situação, declarando: “Mais um dia se passou, e minha preocupação só aumenta ao ver a normalização do que estão fazendo. Pode existir a qualquer momento um ponto de não retorno em relação à saúde do meu pai.” Ele descreveu Jair Bolsonaro como uma figura forte, uma “rocha”, mas ressaltou que é “impossível não perceber que, dia após dia, a covardia que sofre o atinge cada vez mais.”
Encontro com Jair Bolsonaro: sonolência e abatimento
Segundo o relato de Carlos, ao encontrar seu pai, ele o percebeu “sonolento e abatido”. O ex-vereador atribuiu esse estado à situação de encarceramento, questionando a legalidade da prisão: “obviamente se questionando sobre uma prisão que jamais deveria existir, já que não cometeu crime algum.” A condição de Jair Bolsonaro na Papuda tem sido um tema recorrente nas preocupações de sua família.
O impacto psicológico e físico da prisão
Carlos Bolsonaro fez um paralelo entre sua própria fadiga e a de seu pai, argumentando que a resiliência humana tem limites. “É humanamente impossível que alguém suporte tais condições por tanto tempo e consiga manter-se ileso. Se eu estou cansado, imagine ele”, disse o ex-vereador, evidenciando o desgaste emocional e físico que Jair Bolsonaro estaria enfrentando.
Atividades durante a visita na Papuda
Durante o tempo de visita, Carlos Bolsonaro relatou ter se dedicado a organizar os pertences de seu pai que são permitidos dentro da unidade prisional. Ele mencionou ter arrumado “seus livros e os utensílios de plástico permitidos”, detalhando a rotina e as limitações impostas aos detentos e seus familiares.



