Criar um filho muda a rotina de sono, e a ideia de que o descanso só volta totalmente anos depois viralizou entre jovens pais nas redes sociais.
Muitos veem a perda de sono como parte do sacrifício da parentalidade, e também como algo que traz recompensas emocionais.
Além da troca de fraldas, mamadas e choros, a adaptação contínua às demandas da criança é apontada como causa da fadiga prolongada, conforme informação atribuída à University of Warwick.
O que diz a pesquisa
Segundo a divulgação que circulou, mães perderiam cerca de uma hora de sono por noite nos primeiros meses e pais, aproximadamente 15 minutos, um déficit que persistiria por anos. Essa afirmação passou a ser usada como referência para debater o sono dos pais.
Por que o efeito seria duradouro
A explicação colocada é que a rotina de criação exige adaptação constante, com noites interrompidas, rotinas de alimentação e respostas a inseguranças da criança que mantêm os adultos em alerta. Assim, o impacto no sono dos pais se estende além da primeira infância.
Entre desabafo e realidades práticas
Entre jovens pais, a ideia circula como um desabafo sobre cansaço prolongado, um mantra para quem enfrenta noites mal dormidas, e alimenta conversas sobre apoio e divisão de tarefas.
O que fazer na prática
Especialistas recomendam atenção à rotina noturna, busca por apoio familiar e estratégias para repartir cuidados, para reduzir o impacto no sono dos pais, sem perder de vista que criar filhos também traz recompensas emocionais.


