Pesquisas mostram que arranhões e desgaste em panelas antiaderentes podem favorecer a liberação de PFAS, compostos ligados a problemas no fígado, rins e sistema imunológico
O desgaste do revestimento de panelas antiaderentes tem chamado atenção de especialistas, porque mesmo danos leves já podem aumentar a liberação de substâncias químicas. O risco vem principalmente da exposição a PFAS, que têm associação com impactos na saúde.
Por isso, profissionais da área recomendam descartar utensílios com riscos visíveis e avaliar materiais alternativos, além de adotar cuidados simples no dia a dia para preservar o revestimento e reduzir a exposição.
Por isso, a orientação é descartar panelas com riscos visíveis e considerar materiais considerados mais seguros, como inox, cerâmica ou ferro.
conforme informação divulgada por pesquisas recentes
O que são PFAS e por que preocupam
PFAS são uma família de compostos usados em revestimentos antiaderentes, entre outros produtos, porque repelem gordura e água. Estudos associam exposição crônica a alterações no fígado, nos rins e no sistema imunológico, por isso há crescente atenção científica sobre sua presença na cozinha.
Quando a antiaderente pode liberar substâncias
Quando a superfície da panela apresenta arranhões ou desgaste, partículas do revestimento podem se soltar e aumentar a chance de liberação de PFAS. Segundo especialistas, mesmo danos aparentemente leves já podem favorecer essa liberação, e isso eleva o risco de contaminação dos alimentos.
Como reduzir riscos e alternativas seguras
Além de descartar panelas com riscos visíveis, evite utensílios de metal sobre o revestimento e lave com esponjas macias para prolongar a vida útil. Considere usar panelas de inox, cerâmica ou ferro, opções consideradas mais seguras por não dependerem de revestimentos sintéticos.