lula celebra acordo mercosul ue após 25 anos: "vitória do diálogo" para 718 milhões

Lula celebra acordo Mercosul-UE após 25 anos: “Vitória do diálogo” para 718 milhões

Lula comemora acordo histórico entre Mercosul e União Europeia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou com entusiasmo a aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, um marco nas relações comerciais entre os blocos. A confirmação veio no início da tarde desta sexta-feira (9), pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que anunciou a aprovação por ampla maioria. Nas redes sociais, Lula descreveu o feito como “uma vitória do diálogo”, ressaltando a importância da negociação e da cooperação.

Um marco para o diálogo e a cooperação

“Uma vitória do diálogo, da negociação e da aposta na cooperação e na integração entre os países e blocos”, declarou o presidente. Lula enfatizou que o acordo não apenas trará benefícios concretos para ambos os blocos, mas também representa “uma sinalização em favor do comércio internacional”. O empenho do presidente brasileiro foi fundamental na articulação para a conclusão deste acordo, que era uma prioridade para o Brasil, especialmente durante a presidência brasileira do bloco sul-americano no final do ano passado.

Um dia histórico para o multilateralismo

O presidente Lula classificou o dia como “histórico para o multilateralismo”, lembrando a longa jornada de negociação que se estendeu por 25 anos até a conclusão bem-sucedida. “Dia histórico para o multilateralismo. Após 25 anos de negociação, foi aprovado o Acordo entre Mercosul-União Europeia, um dos maiores tratados de livre-comércio do mundo”, afirmou. A decisão, agora chancelada pelo lado europeu, une dois blocos que, juntos, abrangem 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) de impressionantes US$ 22,4 trilhões.

O que é multilateralismo neste contexto?

O conceito de multilateralismo, tão valorizado por Lula neste acordo, refere-se à prática de cooperação entre múltiplos países para a promoção de interesses comuns nas relações internacionais. Essa abordagem se contrapõe ao unilateralismo, onde um país age isoladamente, e ao bilateralismo, que envolve a associação de apenas dois países. A aprovação deste acordo reforça a crença na força da colaboração internacional para o desenvolvimento e a prosperidade mútua, beneficiando milhões de cidadãos em ambos os continentes.

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