Ministério Público Federal (MPF) avança na investigação de possíveis falhas em obras públicas.
O procurador da República, Felipe Torres Vasconcelos, tomou uma decisão importante ao converter um procedimento preparatório em Inquérito Civil. O foco da investigação são as supostas irregularidades encontradas nas obras de construção de um ginásio poliesportivo no campus do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), localizado na cidade de Patos.
Obra parada há mais de um ano gera desconfiança
A denúncia que motivou a abertura do inquérito aponta que a obra estaria paralisada há mais de um ano. O ponto que mais chama a atenção é que, mesmo com a construção interrompida, a empresa responsável pela execução do projeto teria, supostamente, recebido os recursos financeiros destinados à obra. Essa situação levanta sérias questões sobre a gestão dos fundos públicos e a execução dos contratos.
Detalhes das irregularidades ainda são sigilosos
O documento oficial, publicado na edição desta sexta-feira (23) do Diário do Ministério Público Federal Eletrônico (DMPF), não detalha as especificidades das supostas irregularidades nem se há indícios de prejuízos aos cofres públicos. A conversão para Inquérito Civil visa justamente aprofundar apuração desses pontos, buscando esclarecer os fatos e, se confirmadas as irregularidades, responsabilizar os envolvidos.
MPF busca transparência e clareza nos gastos públicos
A atuação do MPF neste caso reforça o compromisso com a fiscalização e o controle dos gastos públicos. A investigação do Inquérito Civil servirá para apurar se houve má gestão, descumprimento contratual ou qualquer outra irregularidade que possa ter afetado a obra do IFPB em Patos. A sociedade aguarda por respostas e pela garantia de que os recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e correta.
A reportagem reitera que o espaço está aberto para que os eventuais interessados, incluindo a empresa executante e o próprio IFPB, possam se manifestar e apresentar suas versões sobre o caso, caso assim desejem.