Efraim Filho defende CPI do Banco Master e cobra mais fiscalização do Senado
O senador Efraim Filho, do União Brasil, demonstrou forte apoio à criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Banco Master. Segundo ele, a assinatura no pedido se deu pela necessidade de um aprofundamento nas investigações que envolvem a instituição financeira. A declaração foi feita durante uma entrevista ao programa 60 Minutos, da Rádio Arapuan FM, nesta quarta-feira (28).
Indícios de preocupação e necessidade de esclarecimento
O parlamentar destacou que existem indícios preocupantes que precisam ser devidamente esclarecidos, especialmente no que se refere às relações institucionais e contratuais do banco. Efraim Filho ressaltou ainda a existência de possíveis vínculos do Banco Master com o governo federal e com o Partido dos Trabalhadores (PT), fatos que, em sua visão, demandam uma investigação mais detalhada.
Para o senador, esses elementos são suficientes para reforçar a importância da atuação do Senado como um órgão fiscalizador. Ele argumenta que a função de fiscalizar é um dos pilares constitucionais do Poder Legislativo, ao lado da atuação orçamentária, que engloba a busca por recursos, ações e investimentos.
Senado precisa cumprir seu papel fiscalizador
Efraim Filho fez uma avaliação crítica sobre o papel do Senado, afirmando que a Casa tem falhado em exercer plenamente sua função fiscalizadora. Ele enfatizou a importância de o Senado não se omitir diante de fatos que exigem uma investigação aprofundada.
“O papel do Senado não é se acovardar diante de fatos que precisam ter suas investigações aprofundadas”, declarou o senador. Essa afirmação reforça seu posicionamento pela instalação da CPI do Banco Master, como forma de garantir a transparência e a responsabilidade nas instituições financeiras e suas relações com o poder público.
Investigações buscam esclarecer relações contratuais e institucionais
A criação da CPI do Banco Master visa, portanto, aprofundar o entendimento sobre as operações e os acordos firmados pela instituição. O objetivo é trazer à luz quaisquer irregularidades ou condutas que possam ter prejudicado o interesse público ou a estabilidade financeira.
A atuação do Senado, segundo Efraim Filho, deve ser pautada pela coragem e pela responsabilidade na condução de investigações que visam fortalecer a democracia e a confiança nas instituições.