
Empresário paraibano tem prisão mantida sob acusação de ser mandante de assassinato de credor
A Justiça da Paraíba manteve a prisão preventiva do empresário e usineiro Celso de Morais Andrade Bisneto. Ele é acusado de ser o mandante do assassinato de Otávio Gadelha, crime ocorrido em dezembro do ano passado.
A decisão judicial foi tomada após a realização da audiência de custódia, que analisou os elementos da investigação. O caso está em andamento na região de Cruz do Espírito Santo.
As apurações da Polícia Civil da Paraíba indicam que o motivo do homicídio seria uma dívida considerável. O empresário, Celso de Morais Andrade Bisneto, devia cerca de R$ 400 mil à vítima, Otávio Gadelha.
Investigação aponta dívida como principal motivo do crime
A Polícia Civil, após diligências e coleta de provas, reuniu indícios que apontam para a participação de Celso de Morais Andrade Bisneto como o mandante do assassinato. A dívida de R$ 400 mil é o foco principal das investigações.
O empresário se apresentou à Justiça acompanhado de sua defesa. Durante a audiência de custódia, o juiz analisou as evidências apresentadas no inquérito policial e decidiu pela manutenção da prisão preventiva.
A defesa de Celso de Morais Andrade Bisneto nega veementemente qualquer envolvimento do empresário no homicídio. Os advogados afirmam que não existiam desavenças entre Celso e Otávio Gadelha.
Defesa do empresário confia no esclarecimento dos fatos
Em nota oficial, os representantes legais do empresário declararam que ele confia plenamente no esclarecimento de todos os fatos ao longo do processo judicial. A defesa sustenta a inocência de seu cliente.
As investigações sobre o assassinato de Otávio Gadelha seguem sob sigilo. O objetivo é detalhar a dinâmica completa do crime e identificar se há a participação de outras pessoas além do empresário.
O caso continua em andamento, com a Polícia Civil buscando reunir mais provas para elucidar completamente o crime e garantir a justiça para a família da vítima.



