bebê de 4 meses morre em acidente na br 230: suspeito de embriaguez ganha liberdade provisória e revolta a família

Bebê de 4 meses morre em acidente na BR-230: suspeito de embriaguez ganha liberdade provisória e revolta a família

Suspeito de causar morte de bebê na BR-230 na PB ganha liberdade provisória e revolta família

A decisão da Justiça em conceder liberdade provisória ao motorista suspeito de ter provocado o acidente que vitimou um bebê de quatro meses na BR-230, em João Pessoa, gerou profunda indignação na família da criança.

O caso, que já havia marcado o ano passado pela tragédia, ganhou nova repercussão com a soltura do investigado, que agora responde ao processo mediante medidas cautelares impostas pelo judiciário.

A família da vítima decidiu se pronunciar publicamente diante da situação, expressando sua dor e a sensação de impunidade que a decisão judicial trouxe. Conforme apurado na época, o acidente ocorreu em uma curva da rodovia, quando o veículo conduzido pelo suspeito teria invadido a contramão, atingindo frontalmente o carro onde estava a família. A mãe e a avó da criança também ficaram feridas. A família busca justiça e espera que o caso seja julgado com o rigor necessário.

Motorista embriagado e em fuga, aponta investigação inicial

Segundo relatos iniciais da Polícia Civil, o motorista investigado teria confessado, ainda no local do acidente, ter ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. A polícia também registrou que o suspeito tentou fugir, mas foi impedido por populares até a chegada das autoridades.

A condução do veículo pela vítima era feita por um motorista de aplicativo, que, segundo a família, seguia em velocidade normal e sem qualquer irregularidade. A dinâmica exata do acidente ainda é objeto de investigação judicial, com a defesa do suspeito sustentando a necessidade de esclarecimentos.

Medidas cautelares e a luta por justiça da família

Com a liberdade provisória, o motorista suspeito deverá cumprir uma série de medidas cautelares. Entre elas, estão o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de frequentar bares e locais de consumo de álcool, restrição de circulação noturna e o impedimento de sair da comarca sem autorização judicial.

Além disso, sua habilitação para dirigir foi suspensa. A mãe do bebê expressou a revolta da família, afirmando que a dor da perda permanece e que a decisão causa um sentimento de impunidade. A avó, que segurava o bebê no momento do impacto, também relata as sequelas físicas e emocionais que ainda enfrenta.

Acompanhamento do caso e exigência de rigor

A família da criança informou que continuará acompanhando de perto o andamento do processo judicial. Eles reiteram a cobrança para que o caso seja julgado com o máximo de rigor possível, buscando que a responsabilidade criminal do motorista envolvido no acidente seja devidamente apurada.

Até o momento, não há previsão para a conclusão do processo. O inquérito policial e as perícias técnicas são fundamentais para embasar a decisão final da Justiça sobre a responsabilização do condutor.

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