
Republicanose PP moldam o futuro político da Paraíba, apostando alto em vagas proporcionais
Os partidos **Republicanos e PP** emergem como forças dominantes na disputa por cadeiras na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa da Paraíba. Após o pleito de 2022, onde já haviam demonstrado protagonismo, elegendo as maiores bancadas, a movimentação destes dois partidos no cenário atual impressiona até mesmo os veteranos da política paraibana.
A “monopólio” Republicano e do PP: uma estratégia arriscada para outros partidos
A articulação e a montagem das nominatas de candidatos a deputado estadual e federal por parte do Republicanos e do PP têm sido tão robustas que alguns já classificam o fenômeno como o “monopólio do Republicanos e do PP”. Essa ação coordenada coloca em risco a sobrevivência política de outras legendas tradicionais na Paraíba. Partidos como o **PSB, o MDB e o PSDB** correm o sério risco de desaparecerem das cadeiras da bancada federal e estadual, com alguns deles sequer apresentando nominatas competitivas.
O cenário de “extinção” e os sobreviventes da “tsunami” política
A análise do cenário político indica que legendas como o **PSD, União Brasil, PT e PL** tendem a ser os únicos “sobreviventes” à chamada “tsunami Republicano/PP”. No entanto, mesmo esses partidos devem apresentar representações limitadas, com no máximo uma ou duas cadeiras na Câmara Federal e uma quantidade que pode ser contada nos dedos de uma mão na Assembleia Legislativa.
Metas ambiciosas: Republicanose PP miram em bancadas robustas
As projeções indicam que o **Republicanos e o PP** trabalham para eleger, cada um, entre **oito e dez deputados estaduais** e de **três a quatro deputados federais**. Essa meta ambiciosa demonstra a força e a organização dos partidos na busca por consolidar sua hegemonia no legislativo paraibano.
A visão estratégica de Hugo Motta e Aguinaldo Ribeiro
A intensa movimentação dos presidentes dos dois partidos, **Hugo Motta (Republicanos)** e **Aguinaldo Ribeiro (PP)**, nas disputas proporcionais, reflete uma estratégia política apurada. A experiência em Brasília ensina que a política eficaz exige um olhar atento tanto para os cargos majoritários quanto para as vagas nos poderes legislativos. É a máxima de que “política se faz com um olho em cargos majoritários, e outro, igualmente vivo, nas vagas dos poderes legislativos”, sem negligenciar nenhum dos aspectos.


