
João Azevêdo comenta a substituição no TCE-PB e confirma indicação de Deusdete Queiroga
O governador da Paraíba, João Azevêdo, abordou a recente saída de Nominando Diniz do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), classificando-a como um “processo natural”. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, nesta terça-feira (24).
Azevêdo sinalizou que a escolha para preencher a vaga deixada por Diniz já está definida. Ele confirmou a intenção de indicar o nome de Deusdete Queiroga para assumir uma posição na Corte de Contas estadual, visando sua contribuição para o órgão.
A saída de Nominando Diniz do TCE-PB ocorreu de forma antecipada, pegando muitos de surpresa. O conselheiro anunciou sua decisão na última sexta-feira, 13 de outubro, deixando uma vaga em aberto que, segundo o governador, é parte de um “processo natural” de renovação dentro da instituição.
Nominando Diniz deixa o TCE-PB antes do previsto
A aposentadoria de Nominando Diniz estava originalmente agendada para daqui a três anos. No entanto, sua decisão de deixar o cargo antecipadamente abriu a possibilidade para uma nova indicação pelo governo estadual.
Essa movimentação já vinha sendo sinalizada pelo governador João Azevêdo em entrevistas anteriores. Ele já havia expressado o desejo de indicar Deusdete Queiroga para uma das duas vagas disponíveis no TCE-PB, demonstrando planejamento para a composição do tribunal.
Deusdete Queiroga é o nome escolhido para o TCE-PB
Com a confirmação de João Azevêdo, Deusdete Queiroga se torna o nome forte para ocupar a vaga no Tribunal de Contas. A indicação visa trazer novas perspectivas e expertise para o órgão fiscalizador.
O governador enfatizou que a troca é uma “contribuição” que Deusdete Queiroga poderá oferecer ao TCE-PB, reforçando a ideia de que a nomeação faz parte de um ciclo e de um planejamento estratégico para o futuro do tribunal.
Expectativas para a nova composição do TCE-PB
A entrada de Deusdete Queiroga no TCE-PB é vista como um passo importante para a continuidade do trabalho de fiscalização e controle dos gastos públicos no estado.
O “processo natural” mencionado pelo governador reflete a dinâmica de renovação em órgãos públicos, garantindo que novas ideias e competências possam ser incorporadas para o bom funcionamento das instituições.



