Médico com expressão preocupada em consultório hospitalar

Violência contra médicos explode na Paraíba: sindicato expõe agressões chocantes em João Pessoa e região metropolitana

Sindicato dos Médicos da Paraíba denuncia agressões físicas e ameaças a profissionais de saúde em João Pessoa e Santa Rita. Casos incluem quebra de consultório e agressão em UPA.

Sindicato da Paraíba alerta para onda de violência contra médicos com episódios chocantes em João Pessoa e Santa Rita

O Sindicato dos Médicos do Estado (Simed-PB) divulgou nesta terça-feira (17) denúncias de dois incidentes de violência contra médicos ocorridos no fim de semana na Paraíba. Os episódios de agressão e intimidação aconteceram na capital, João Pessoa, e em Santa Rita, cidade da Região Metropolitana.

Em João Pessoa, o ataque ocorreu nas dependências do Hospital do Valentina. Um acompanhante de paciente, segundo o relato do sindicato, quebrou a porta de um consultório médico enquanto dois profissionais estavam em atendimento. A Guarda Municipal foi acionada e um dos médicos envolvidos registrou boletim de ocorrência sobre o incidente.

Na cidade de Santa Rita, especificamente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tibiri, uma médica foi vítima de agressão física e verbal. Conforme as informações recebidas pelo Simed-PB, uma mulher teria colocado as mãos no pescoço da profissional e proferido ameaças. A médica agredida também procurou as autoridades e registrou um boletim de ocorrência.

Em resposta ao caso de violência no Hospital do Valentina, a Secretaria de Saúde de João Pessoa emitiu um comunicado. A pasta lamentou o ocorrido e atribuiu o aumento no tempo de espera das unidades de saúde entre fevereiro e março ao início da sazonalidade de viroses respiratórias. A secretaria classificou a violência contra profissionais de saúde como inaceitável, ressaltando em sua nota que “atitudes de agressão ou intimidação comprometem o funcionamento dos serviços e prejudicam o atendimento a todos os usuários”.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Saúde de Santa Rita para obter um posicionamento sobre o caso na UPA de Tibiri, mas até o fechamento desta matéria, não obteve retorno.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *