
locais de votação para eleições suplementares em cabedelo sofrem alteração devido a reformas imprevistas
Dois locais de votação designados para as eleições suplementares em Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa, foram alterados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). A medida visa garantir a segurança e o conforto dos eleitores, uma vez que os locais originais estão passando por obras de reforma. A votação está marcada para o próximo domingo, 12 de maio, em disputa acirrada entre os candidatos Edvaldo Neto (Avante) e Walber Virgolino (PL).
A Escola Estadual Abreu e Lima, situada no bairro Renascer, terá cinco de suas seções realocadas para a Creche Josefa Monteiro, também no mesmo bairro. As seis seções remanescentes que seriam recepcionadas no prédio da escola foram transferidas para a Escola Elizabeth Ferreira, igualmente localizada no bairro Renascer. O Centro Integrado Imaculada Conceição, no Centro da cidade, também sofreu alteração. As sete seções que funcionariam neste local foram movidas para a Escola Professora Edlene Barbosa.
Segundo informações do TRE-PB, a necessidade de transferência se deu porque os locais inicialmente previstos não oferecem as condições adequadas para a realização do pleito em decorrência das reformas em andamento. Ao todo, aproximadamente 53.320 eleitores estão aptos a participar da eleição suplementar em Cabedelo. Esses eleitores estão distribuídos em 30 locais de votação, que somam 165 seções eleitorais. Para garantir a organização do processo, cerca de 500 mesários foram convocados para atuar no dia da votação.
A eleição suplementar ocorre após a cassação dos mandatos do prefeito André Coutinho (Avante) e da vice-prefeita Camila Holanda (PP), com determinação da Justiça Eleitoral para a realização de um novo pleito. A disputa eleitoral coloca frente a frente Edvaldo Neto, que ocupou a prefeitura interinamente após renunciar à presidência da Câmara Municipal, e Walber Virgolino, que era deputado estadual. O calendário eleitoral para esta eleição foi mais enxuto, com prazos reduzidos definidos pela Justiça Eleitoral.
O período que antecede a votação é marcado por uma série de restrições e prazos. A sexta-feira, 9 de maio, foi o último dia para que partidos indicassem representantes ao Comitê Interpartidário de Fiscalização e informassem responsáveis pela emissão de credenciais para fiscais e delegados. Na mesma data, encerraram-se a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, além do prazo para a realização de comícios, reuniões públicas e debates entre candidatos. O juiz eleitoral também precisou encaminhar todo o material de votação às mesas receptoras.
No sábado, 11 de maio, véspera da eleição, a campanha entrou em sua fase final. Até as 22h, foram permitidas ações de propaganda com uso de alto-falantes e amplificadores de som, bem como a realização de carreatas e a distribuição de material gráfico como panfletos. Após esse horário, qualquer forma de propaganda eleitoral tornou-se proibida.





