Equipes de resgate e investigação em local de queda de helicóptero em Campina Grande, Paraíba

Escândalo na aviação paraibana: piloto de helicóptero que caiu em Campina Grande não possuía habilitação necessária para a aeronave e certificado médico aeronáutico vencido revela investigação da polícia civil

A Polícia Civil confirmou que o piloto do helicóptero que caiu em Campina Grande não possuía habilitação para a aeronave e seu certificado médico estava vencido. Quatro pessoas, incluindo uma criança, estavam a bordo.

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O empresário Josevan Rodrigues Ferreira, de 46 anos, estava no comando do helicóptero que precipitou em Campina Grande, Paraíba, e não possuía a habilitação específica para operar a aeronave. A Polícia Civil, através do delegado Rodrigo Monteiro, confirmou a irregularidade.

Além da ausência da licença apropriada, o certificado médico aeronáutico do piloto também se encontrava vencido no momento do acidente, informou a autoridade policial. Josevan Rodrigues Ferreira será investigado por atentado contra a segurança do transporte aéreo, marítimo ou fluvial.

A aeronave transportava outras três pessoas: Josean Rodrigues Ferreira, irmão gêmeo do piloto; o empresário Lamartynne Oliveira, proprietário do helicóptero; e uma criança de nove anos. Todos os ocupantes, incluindo o piloto, receberam alta hospitalar após os ferimentos.

O Corpo de Bombeiros detalhou que o helicóptero havia decolado de João Pessoa e realizou um pouso para abastecimento em Campina Grande. Durante o processo de decolagem na cidade, o motor da aeronave perdeu potência, resultando na queda.

Cenas do acidente capturadas por populares mostram o helicóptero caindo poucos segundos após iniciar o voo. Outras imagens registraram o momento do socorro às vítimas no local.

A Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou uma investigação para apurar as causas da ocorrência. A análise inicial focou na coleta de dados, preservação de elementos e verificação dos danos causados à aeronave, além do levantamento de informações adicionais cruciais para o inquérito.

“Foi confirmada a falta de habilitação para pilotar aquela aeronave, assim como o certificado médico aeronáutico vencido”, disse o delegado Rodrigo Monteiro.

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