
Pesquisa Veritá aponta vice-governador Lucas Ribeiro na frente na disputa pelo Governo da Paraíba, enquanto senador Efraim Filho registra maior rejeição entre os candidatos
O vice-governador Lucas Ribeiro (PP) lidera as intenções de voto para o Governo da Paraíba em 2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Veritá. O senador Efraim Filho (PL), por sua vez, apresenta o índice de rejeição mais alto entre os principais postulantes. A pesquisa, registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba sob o número TRE-PB-06159/2026, foi realizada entre 26 e 30 de abril de 2026, com 1.220 eleitores consultados e margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
No cenário de intenção de voto estimulada, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lucas Ribeiro obteve 43,1% dos votos válidos. Efraim Filho aparece em seguida com 34,5%, e Cícero Lucena (MDB) soma 19,1%. Considerando o total de votos, incluindo indecisos, brancos e nulos, Lucas Ribeiro alcança 34,6%, Efraim Filho 27,7% e Cícero Lucena 15,3%. Neste mesmo cenário, 19,6% dos eleitores declararam-se indecisos ou votaram em branco ou nulo.
Quando a pesquisa adota o método espontâneo, onde não há apresentação de lista de candidatos, o índice de eleitores que não souberam ou não responderam, além de brancos e nulos, sobe para 66,9%. Entre os que declararam voto, Lucas Ribeiro detém 47,1% dos votos válidos. Efraim Filho aparece com 29,7% e Cícero Lucena com 17,9%.
O levantamento também avaliou o índice de rejeição dos candidatos, medindo o percentual de eleitores que afirmam não votar em determinado nome. Efraim Filho registrou a maior rejeição, com 34,5% dos votos válidos (equivalente a 29,7% do total). Cícero Lucena obteve 26,9% (23,2% do total), enquanto Lucas Ribeiro teve 22,8% (19,6% do total).
Os resultados refletem uma fase inicial da disputa eleitoral, ainda caracterizada por um alto grau de indecisão por parte do eleitorado, especialmente na modalidade espontânea. A corrida eleitoral para 2026 segue em sua etapa pré-formal, com as candidaturas sujeitas à oficialização em convenções partidárias e às determinações da Justiça Eleitoral.





