
Matheus Cunha iguala marcas históricas de camisas 9 brasileiros em Copas do Mundo e pode superar
O gol marcado por Matheus Cunha contra a Escócia na última quarta-feira, 24, não foi apenas mais um na partida, mas sim um marco significativo para o atacante paraibano. Com este tento, ele alcançou a marca de três gols nesta edição da Copa do Mundo, um feito notável para um camisa 9 do Brasil nas últimas quatro edições do torneio.
Essa performance coloca Matheus Cunha em um seleto grupo, igualando números de jogadores consagrados e superando outros. A pressão de vestir a camisa 9 do Brasil, já tradicionalmente alta, aumentou ainda mais devido aos resultados recentes de jogadores que a ostentaram em Copas anteriores.
Diferentemente de Gabriel Jesus, que passou em branco na Copa de 2018 na Rússia, e Fred, que marcou apenas um gol no mundial de 2014 em solo brasileiro, Matheus Cunha demonstra grande desempenho. Conforme informação divulgada pelo ge, Matheus Cunha iguala Richarlison (2022), Luis Fabiano (2010) e Ronaldo Fenômeno (2006) com três gols em uma única Copa.
Uma nova era para a camisa 9 brasileira?
Com três gols, Matheus Cunha se junta a um panteão de artilheiros. Ele alcançou a campanha de Richarlison no Mundial de 2022, jogando menos partidas que o compatriota. Além disso, igualou os números de Luis Fabiano na Copa do Mundo de 2010 e os de Ronaldo Nazário em 2006.
A referência máxima, no entanto, permanece sendo Ronaldo Fenômeno. Em 2002, ele protagonizou uma das maiores atuações individuais da história das Copas, marcando impressionantes oito gols e liderando o Brasil rumo ao pentacampeonato.
Cunha pode escrever seu nome na história
Desde Ronaldo, apenas Luis Fabiano, Richarlison e agora Matheus Cunha conseguiram atingir a marca de três gols em uma única Copa vestindo a camisa 9 neste século. O desempenho de Matheus Cunha pode ser ainda mais expressivo, considerando que a Seleção Brasileira ainda tem potencial para disputar mais cinco partidas nesta edição do torneio.
Os números dos últimos camisas 9 brasileiros em Copas do Mundo mostram a evolução: em 2022, Richarlison marcou 3 gols; em 2018, Gabriel Jesus passou em branco; em 2014, Fred balançou as redes uma vez. Já em 2010, Luis Fabiano marcou 3 gols, e em 2006, Ronaldo também chegou a 3 gols, antes de sua explosão em 2002 com 8 gols.
Superando a pressão e a história
Matheus Cunha parece ter superado com maestria a pressão inerente à camisa 9 da Seleção Brasileira. Essa camisa, que já carrega um peso histórico imenso, viu sua carga aumentar devido aos resultados não tão expressivos de seus últimos portadores em Copas do Mundo.
O atacante demonstra **confiança e faro de gol**, características essenciais para quem veste essa camisa em um torneio de tamanha magnitude. Sua performance até o momento é um **sinal positivo** para o futuro da equipe e para a própria história da camisa 9 brasileira em Copas.



