
Polícia Civil prende homem de 43 anos suspeito de estuprar a enteada de 11 anos em Cuitegi, Agreste da Paraíba.
Um crime chocante abalou a cidade de Cuitegi, no Agreste da Paraíba. Um homem de 43 anos foi preso sob a suspeita de ter estuprado a neta de sua companheira, uma menina de apenas 11 anos. O caso, que está sendo tratado como estupro de vulnerável, levanta sérias preocupações sobre a segurança de crianças e adolescentes.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito é o companheiro da avó da vítima. A menina, que reside em Alagoinha, estava visitando a casa da avó em Cuitegi para passar um fim de semana. Foi durante essa estadia que, de acordo com as investigações, o abuso teria acontecido, entre os dias 2 e 3 de agosto.
A descoberta do crime ocorreu quando a criança deu entrada no Hospital Regional de Guarabira (HRG). A equipe médica, ao constatar a gravidade da situação, acionou imediatamente a Polícia Civil. A partir desse momento, as diligências para apurar a denúncia foram iniciadas com celeridade.
Exame confirma materialidade do crime
Para comprovar a denúncia, a vítima foi submetida a um exame de corpo de delito no Instituto de Polícia Científica (IPC). O resultado do laudo médico, conforme divulgado pela Polícia Civil, confirmou a materialidade do crime. Essa confirmação foi crucial para que as investigações pudessem avançar e para a posterior localização do suspeito.
Prisão e encaminhamento à Justiça
Após a confirmação do crime, o homem foi localizado e preso no próprio município de Cuitegi, onde estava escondido. A prisão ocorreu na terça-feira, dia 4. Ele passou por audiência de custódia e, em seguida, foi encaminhado para um presídio em Guarabira. Atualmente, ele permanece à disposição da Justiça para responder pelas acusações.
Estupro de vulnerável: crime com pena severa
O caso está sendo investigado como estupro de vulnerável. De acordo com a legislação brasileira, qualquer ato de natureza sexual ou libidinoso praticado contra menores de 14 anos é considerado este tipo de crime, independentemente de haver ou não consentimento da vítima. As penas para esse delito são severas, podendo chegar a 15 anos de reclusão, reforçando a gravidade do ato.
A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todos os detalhes do ocorrido e garantir que a justiça seja feita. O caso ressalta a importância da denúncia e do acolhimento às vítimas de violência sexual, especialmente crianças e adolescentes.




