Polícia Civil prende suspeito de estuprar adolescente em Campina Grande após investigações rigorosas

Homem é preso em Campina Grande suspeito de estuprar adolescente, polícia civil reforça compromisso com proteção de crianças e adolescentes

A Polícia Civil da Paraíba, através da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e Juventude (DRCCIJ) de Campina Grande, efetuou na tarde desta quarta-feira (12) a prisão de um homem. Ele é investigado pela prática de crime de estupro de vulnerável, tendo como vítima uma adolescente com menos de 14 anos.

A ação policial ocorreu no bairro do Pedregal, em Campina Grande, após intensas diligências para localizar o indivíduo. A prisão preventiva foi expedida pelo Poder Judiciário, atendendo a um pedido da equipe da DRCCIJ/CG, diante da gravidade dos fatos e da necessidade de resguardar a apuração.

Conforme apurado pela investigação, o crime teria acontecido em julho deste ano, na mesma cidade. A vítima, que estava próxima a um campo de futebol com outras crianças, foi abordada pelo suspeito. Ele a conduziu para uma área isolada e, segundo o depoimento especial da adolescente, praticou o ato sexual mediante força física, mesmo diante de sua dor e pedidos para que parasse.

Vítima sofreu ameaças após o crime

A adolescente relatou em depoimento que, após o estupro, foi ameaçada pelo investigado para que não contasse o ocorrido a ninguém. Esses elementos, somados à gravidade do crime, levaram à representação pela prisão preventiva do suspeito.

Investigação rigorosa e proteção às vítimas

Com a ordem judicial em mãos, os policiais civis localizaram o investigado no bairro do Pedregal e cumpriram o mandado de prisão. Ele foi levado à unidade especializada para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde aguardará o desenrolar do processo judicial.

A Polícia Civil da Paraíba reafirma seu compromisso com a investigação criteriosa de crimes contra crianças e adolescentes. A instituição atua de forma técnica para garantir a proteção das vítimas, a preservação de provas e a devida responsabilização dos envolvidos, sempre com foco no respeito à dignidade e identidade dos menores.

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