Paraibana assassinada em SP pelo companheiro que saiu da prisão 4 dias antes: O chocante caso de Isabela Fonseca Barbosa

Agressor, que deixou a prisão em São Paulo há apenas quatro dias, é suspeito de matar a companheira com golpes brutais na Vila Mariana. Caso choca pela crueldade e curta liberdade do autor.

Isabela Fonseca Barbosa, uma paraibana de 33 anos, foi brutalmente assassinada pelo companheiro, João Pedro da Silva Barroso, de 28 anos, na noite de segunda-feira (10), na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. O crime ocorreu apenas quatro dias após o suspeito deixar a prisão, onde cumpria pena por furto qualificado.

As investigações apontam que a vítima e o agressor mantinham um relacionamento de aproximadamente um ano, com idas e vindas. Pouco antes do assassinato, o casal havia retomado o relacionamento, em um ciclo que culminou em tragédia.

Câmeras de segurança registraram o casal caminhando junto pela região. Logo depois, João Pedro foi visto saindo do local sozinho e sem camisa, levantando suspeitas. Um segurança que trabalhava na área, ao notar a movimentação estranha, decidiu procurar por Isabela, encontrando-a sem vida em uma casa abandonada. O caso foi divulgado pela polícia, que iniciou buscas pelo suspeito. Conforme informação divulgada pela polícia, João Pedro foi localizado cerca de três horas após o crime, portando documentos e o celular da vítima.

Violência brutal e confissão do suspeito

Segundo a polícia, João Pedro utilizou a técnica conhecida como “mata-leão” para imobilizar Isabela e, em seguida, a agrediu violentamente. A vítima sofreu **fraturas graves nas pernas e na coluna**, indicando a brutalidade do ataque. Durante a abordagem policial, foram encontrados com o suspeito o documento de identidade e o celular de Isabela, evidências cruciais para a investigação.

Em depoimento à polícia, João Pedro alegou ter consumido crack na noite do crime e afirmou acreditar que Isabela pretendia matá-lo. Ele confessou ter agredido a companheira e admitiu ter pegado o celular e o documento dela após o ataque, com o objetivo de **evitar ser identificado**. Sua versão, no entanto, está sob investigação.

Histórico criminal e prisão preventiva

O que torna o caso ainda mais chocante é o histórico recente de João Pedro. Ele havia sido preso por **furto qualificado** e deixado a cadeia na sexta-feira, 7 de maio, apenas quatro dias antes de cometer o assassinato de Isabela Fonseca Barbosa. A curta liberdade do agressor levanta questionamentos sobre o sistema de justiça e a reincidência criminal.

Após a prisão, João Pedro passou por audiência de custódia na terça-feira (11), onde sua prisão em flagrante foi convertida em **prisão preventiva**. O caso está agora sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que continuará as investigações para esclarecer todos os detalhes deste crime hediondo.

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