
Porteiro é detido em João Pessoa sob suspeita de estupro de vulnerável contra menina de 12 anos, em crimes ocorridos em condomínio.
Um porteiro foi preso preventivamente em João Pessoa nesta segunda-feira (24), suspeito de cometer estupro de vulnerável contra uma adolescente de 12 anos. A ação foi realizada pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e a Juventude da Capital (DRCCIJ).
Segundo a Polícia Civil, o caso veio à tona no dia 20 de agosto, quando a mãe da vítima procurou a delegacia. Ela relatou que a filha teria sido vítima de abusos praticados pelo funcionário do condomínio onde a família reside.
Conforme os elementos levantados pela investigação, o suspeito teria se aproximado da adolescente com táticas como demonstrações de atenção, presentes e pequenas quantias em dinheiro. Posteriormente, ele teria praticado atos de natureza sexual contra a vítima em diferentes momentos, conforme aponta a polícia.
Abusos teriam ocorrido em locais de acesso do porteiro
A investigação policial indica que os abusos não se limitaram a um único local. Os crimes teriam acontecido tanto no apartamento da família quanto em um imóvel desocupado dentro do mesmo condomínio. O acesso a este último local era facilitado pelas funções profissionais que o investigado exercia no condomínio.
A gravidade das suspeitas levou a autoridade policial a solicitar a prisão preventiva do suspeito no dia 21 de agosto, apenas um dia após o registro da ocorrência. O pedido foi analisado pelo Poder Judiciário, que acatou a solicitação e expediu o mandado de prisão.
Prisão preventiva e apelo por denúncias
Com o mandado em mãos, policiais civis realizaram novas diligências para localizar o suspeito. A prisão foi cumprida nesta segunda-feira, e o homem foi encaminhado à unidade policial para os procedimentos legais cabíveis. Ele permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil da Paraíba ressalta a importância fundamental da denúncia de casos de violência contra crianças e adolescentes. Informações podem ser repassadas de forma anônima e sigilosa através do Disque-Denúncia 197, da Polícia Civil da Paraíba, ou pelo Disque 100, serviço nacional de proteção aos direitos humanos.
A comunicação rápida de situações de violência é crucial para a proteção das vítimas, a preservação de provas e o avanço das investigações, conforme destaca a polícia.





