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Durante o Carnaval é comum que as pessoas se tornem mais permissivas, principalmente em relações sexuais. Passado o período, a busca por testagem para diagnóstico de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) cresce, mas nem todo caso o teste rápido é indicado devido ao que os especialistas chamam de janela imunológica. Nesse sentido, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) orienta a população sobre o tempo correto para a testagem e meios de proteção.

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A chefe da seção de ISTs, AIDS e Hepatites Virais da SMS, Jéssica Mendonça, explica que qualquer pessoa que tenha vida sexual ativa pode realizar os testes rápidos para a detecção de ISTs. Entretanto, em alguns casos, é possível que o resultado seja um falso negativo devido a janela imunológica.

“Janela imunológica é o período entre a infecção por um agente infeccioso e a detecção de anticorpos no organismo. Durante esse período, os exames podem dar resultados negativos, mesmo que a pessoa esteja infectada. Nos casos do vírus do HIV e das hepatites, o teste rápido só detecta o agente infeccioso no mínimo após 30 dias da exposição, que é a janela imunológica, mas isso pode variar dependendo do organismo. Então, orientamos que as pessoas que possam ter tido relação com outros infectados, aguardem esse período para uma efetiva confirmação”, explica.

Os testes rápidos estão disponíveis em toda a Rede Municipal de Saúde e podem ser realizados nas unidades de saúde da família (USF) ou no Serviço Especializado para Testagem e Aconselhamento (SAE/CTA). Os serviços funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, com intervalo de almoço.

Meios de proteção – Além do uso de preservativos para a proteção durante o ato sexual, outra modalidade preventiva são as profilaxias pré exposição (PrEP) e pós exposição (PEP), também disponíveis no Sistema Único de Saúde. A PEP é um método de prevenção do HIV indicado para situações de risco de infecção e deve ser realizado em até 72h após o ato, com duração de 28 dias. Em João Pessoa, sua administração acontece no Hospital Clementino Fraga, administrado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Já a PrEP, como o nome indica, é administrada antes da exposição e faz parte de um planejamento de prevenção combinada. Ou seja, deve ser tomada paralelamente ao uso do preservativo, uma vez que previne o HIV, mas não protege contra as outras ISTs, como a sífilis, hepatite, gonorreia e clamídia.

“A PrEP deve ser utilizada por pessoas que possuem maior vulnerabilidade ao vírus do HIV, como pessoas sorodiscordantes, que acontece quando um parceiro tem o vírus do HIV e o outro não tem; trabalhadores do sexo, pessoas que possuem mais de um parceiro sexual e aquelas que têm múltiplas relações sexuais desprotegidas”, explica a chefe da seção de ISTs, AIDS e Hepatites Virais.

Na Capital, a profilaxia pré exposição também está disponível no SAE/CTA. Ao chegar no serviço, o usuário passará por consulta com médico infectologista para avaliação e realização de exames. Após a avaliação e resultado dos exames, o paciente recebe a medicação, sob orientação médica.

O SAE/CTA está localizado na Rua Alberto de Brito, nº 413, Jaguaribe, dentro do complexo da Policlínica Municipal de Jaguaribe. Para mais informações, a população pode entrar em contato pelo número de telefone: 3213-7592.

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Fonte: Prefeitura de João Pessoa

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