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Os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Antônio Santos Coelho Neto, no bairro da Penha, em João Pessoa, participaram de uma visita Estação Cabo Branco – Ciências, Cultura e Arte. A atividade faz parte das ações programadas dentro do projeto ‘A Importância da Arte e da Educação Cultural no Estreitamento da Relação Escola e Comunidade no Enfrentamento ao Racismo’, desenvolvido pelos professores da instituição.

“Não foi um dia qualquer para uma visita a um espaço de arte, muito embora, já seja um momento grandioso de ‘alfabetização do olhar’, afinal temos que ensinar a ler o mundo ao nosso redor e nada melhor que a arte para nos proporcionar essa aprendizagem. Como disse Ruben Alves: A primeira função da educação é ensinar a ver”, ressaltou o professor Ilson Morais, idealizador do projeto, que está sendo desenvolvido em parceria com professores da escola de diversas disciplinas numa ação interdisciplinar.

Segundo ele, a data foi escolhida por ser o mês de março dedicado à luta das mulheres pela igualdade e equidade e também o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. “Durante a visitação os alunos e alunas, puderam contemplar as exposições que abordavam o feminino na sua diversidade, a exemplo da exposição ‘Pele Exposta’, do artista Jeorge Paiva, cuja a temática é a mulher negra, uma alusão ao feminino e seu empoderamento e valorização na história como também, o domínio do patriarcado e do poder do eurocentrismo”, explicou.

A aluna Maria do Socorro, disse que ficou encantada com a visita a Estação Cabo Branco e a oportunidade de ver a mostra “Pele Exposta”, do artista Jeorge Paiva. “Eu amei a exposição, principalmente as peças de cor de barro. Achei lindas. A aula fora da escola foi muito proveitosa, aprendizado ótimo. Gostaria que se repetisse”.

Para ela, a aula fora dos muros da escola é importante para compreender melhor o projeto ‘A Importância da Arte e da Educação Cultural no Estreitamento da Relação Escola e Comunidade no Enfrentamento ao Racismo’. “O projeto tem um tema muito sério porque o combate ao preconceito e o racismo é muito importante”.

“A exposição do artista Jeorge Paiva foi muito proveitosa para mim. Lembrou muito a minha história de infância, por que já passei por muito preconceito, a exemplo no colégio devido meu cabelo, que era a coisa que o povo chamava de cabelo pituim”, revelou a aluna.

Para ela, a exposição também reportou a sua infância com a mãe. “Relembrou a minha infância com a minha mãe quando ela levava a gente para o rio, para lavar roupa quando morava no Sertão. Daí, tem uma escultura que relembrou muito isso, uma mulher com um pano amarrado nas costas, levando seu filho do lado. Minha mãe botava a trouxa de roupa na cabeça e a gente do lado, do mesmo jeitinho, coisa que recordou muito a minha história”, destacou a

Esta temática está prevista na Lei 10.639/2003 que tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira em todas as escolas públicas e particulares, do Ensino Fundamental ao Médio, aplicada tanto às escolas municipais quanto às privadas. A visita foi acompanhada pela diretora pedagógica Michelly Queiroga, que apoia o projeto. “A nossa expectativa é que com seu olhar pedagógico possamos realizar outras ações ao longo deste ano”, destacou o professor Ilson Morais.

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Fonte: Prefeitura de João Pessoa

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