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No PSDB paraibano, a palavra de ordem é desunião. O suplente de deputado estadual Manoel Ludgério (foto) bem sabe disso. Ficou famoso quando em eleições passadas conquistou uma votação expressiva e quase se tornou presidente da Assembleia Legislativa.

Com a baixa votação em 2022, ainda assim ficou na primeira suplência e clamou por todo esse tempo ocupar a titularidade do mandato, até conseguiu por quatro meses. Os deputados Tovar Correia Lima e Camila Toscano ofereceram as costas. Hoje, ele se queixou de ambos.

Deputado Tovar e deputada Camila se negaram a abrir um espaço na Assembleia para alguém que esteve na linha de frente, trabalhando e se dedicando a um projeto de oposição. Fábio (Ramalho) foi o único deputado do PSDB que abriu esse espaço, permitindo que eu assumisse por quatro meses a Assembleia no ano passado”, queixou-se.

Ludgério retorna a Assembleia com a posse do deputado Fábio Ramalho, agora licenciado, no cargo de secretário de Articulação Política do governo Bruno Cunha Lima (União Brasil). Bom para “Mané”, ruim para o parlamentar que sai para o suplente assumir.

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