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O público lotou o Meio Cultural São Francisco, na noite desta sexta-feira (4), para escoltar o II Concerto Solene da Temporada 2025 da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa. O evento, que ocorreu dentro da I Semana da Cultura Judaica em João Pessoa, promovida pela Federação Israelita da Paraíba, prestou uma homenagem a esse povo. Os músicos foram regidos pelo maestro Nilson Galvão e houve a participação do Coro Sinfônico regido por Daniel Berg.
“Foi uma noite realmente muito próprio para nossa Orquestra Sinfônica Municipal e todo o público que foi prestigiar o concerto deste mês. Nós temos realizado concertos uma vez por mês sempre ali no Museu de São Francisco e a cada noite nós constatamos a influência que os concertos têm para a cidade de João Pessoa. Nesta sexta-feira teve um caráter simbólico, todo próprio e único porque o concerto foi feito em homenagem à Semana da Cultura Judaica realizada pela Federação Israelita da Paraíba em parceria com a Funjope”, declarou o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves.


Oriente concerto, segundo ele, teve essa marca que recupera a história, a tradição e a presença do povo judeu na Paraíba. “Nossa equipe da Funjope encara uma vez que uma verdadeira missão o zelo com todas as culturas, com a pluralidade das culturas de João Pessoa. Não poderia ser dissemelhante porque fomos procurados pela Federação Israelita para colaborarmos com a Semana Judaica que, na verdade, foi feita a partir de uma lei municipal sancionada em 2024”, explicou.


E continuou: “Foi uma noite repleta de simbolismos, de alegria, celebração da tranquilidade, do reverência à diferença, à tolerância que todos nós devemos ter. O Coro Sinfônico da Paraíba se apresentou também junto com a Orquestra, Alline Fernandes uma vez que solista, sob a regência de Daniel Berg, tudo muito integrado e muito feito. Parabéns a todos os envolvidos, e agradeço ao Padre Marcondes Meneses por receber sempre os nossos projetos de cultura, a exemplo dos nossos concertos”, disse o diretor.


O maestro Nilson Galvão falou sobre o sentimento desta noite. “Estou muito feliz, primeiro por estar contribuindo com a sociedade. A função de uma orquestra é sempre essa, servir à sociedade uma vez que primeira função. Neste caso, estamos servindo, em específico, à comunidade judaica da Paraíba, mas poderia ser qualquer outro grupo específico porque quando tocamos é para o público. É uma homenagem muito formosa”, disse.


Ele lembrou ainda da lei sancionada pelo prefeito Cícero Lucena, criando a I Semana da Cultura Judaica em João Pessoa. “São trocas de cultura e a gente cresce muito quando trocamos essas diferentes culturas. Durante muitos anos, principalmente no Sertão cá da Paraíba, de Pernambuco, vieram muitos judeus fugindo da Europa. Logo, é uma cultura que, de alguma forma, está arraigada dentro do nosso DNA uma vez que muitas outras, uma vez que a cultura indígena, africana. Quando pensamos em Israel, logo pensamos em Oriente Médio, mas temos raízes, tanto que a primeira sinagoga das Américas está em Recife”, acrescentou.
Público – O público também aplaudiu a apresentação. “É um concerto muito bonito. O Meio Cultural São Francisco lotado, ou seja, é um movimento de retomada do Meio. Eu fico muito feliz de ver que a arte está presente cá também, num lugar histórico que é tão importante para a cidade de João Pessoa. Aliás, representa a valorização dos músicos locais e é muito bom perceber a valorização da arte cá na cidade. É muito representativo tudo isso que está acontecendo”, comentou a estudante Bárbara Pessoa.
“Acho importante ver o Meio Histórico movimentado porque antes era deixado de lado. É um processo importante que estamos vivendo em João Pessoa. Esta é uma forma de deixar o nosso Meio Histórico vivo”, pontuou o professor de Música, Marcelo de Alexandria.
A fisioterapeuta Ana Karolina Braz elogiou o concerto. “Vim prestigiar porque sou fã de música clássica, música boa e de qualidade. Estou muito satisfeita com esse momento cultural em João Pessoa. Vem crescendo bastante esse incentivo e temos muitas opções ricas culturalmente”, afirmou.
“Palato muito desse tipo de programação, desse apelo cultural, e enxergo João Pessoa riquíssima. Sempre é bom uma motivação maior para desenvolver trabalhos uma vez que esse. Muito bom”, avaliou Ronie Braz.
Na avaliação da estudante Júlia Silva, é muito importante esse momento cultural em João Pessoa. “Sem racontar que é de perdão, o que é ótimo para disponibilizar a cultura para todo mundo. Eu não perco de jeito nenhum”, ressaltou.
O estudante José Vicente também elogiou o concerto. “É uma coisa muito boa porque a cultura clássica sempre foi uma coisa muito erudita. Era sempre difícil ter entrada. Porquê cá é de perdão, é muito lítico, qualquer um pode ter entrada ao que antes era alcançável exclusivamente à fidalguia. Isso é muito bom”.



