
O secretário de Notícia Social Eletrônica do Ministério das Comunicações, Wilson Diniz Wellisch, participou, na manhã do último domingo (6), em Las Vegas (EUA), da apresentação dos primeiros protótipos da antena e do conversor da TV 3.0. A mostra foi conduzida pelo coordenador do Fórum do Sistema Brasílico de TV Do dedo Terrestre (SBTVD), Raymundo Barros, durante um quadro na NAB Show — o maior evento de radiodifusão do mundo.
Ele também abordou uma das principais dúvidas a saudação do tema: o dispêndio desses equipamentos para o telespectador. “Muito se fala em preços elevados, que vai encarecer demais a experiência de ver TV, mas é bom que, cá, possamos desmistificar tudo isso”, complementou o secretário.
O presidente do Fórum SBTVD, Raymundo Barros, explicou que os custos serão acessíveis e não prejudicarão a experiência do telespectador. “Não pode ser dispendioso no longo prazo — e não vai ser. Os primeiros produtos podem, sim, ter um dispêndio um pouco mais eminente no início, mas depois os preços caem rápido com a grande graduação. A tendência é que os preços despenquem em um ano”, disse Raymundo.
O Fórum SBTVD é uma organização sem fins lucrativos que trabalha para desenvolver a TV do dedo no Brasil. A entidade foi criada em 2006 por meio de decreto presidencial e reúne representantes de empresas e organizações ligadas à radiodifusão.
A exemplo do que ocorreu na transmigração do sinal de TV analógico para o do dedo, existe a premência inicial de um conversor para usufruir da TV 3.0. A expectativa é que, futuramente, novos televisores já venham de fábrica com suporte a essa novidade tecnologia.
Wilson Wellisch afirmou que o governo estuda a possibilidade de entregar os equipamentos gratuitamente para famílias de baixa renda.
TV 3.0
A TV 3.0 é um novo padrão que promete revolucionar a TV oportunidade, integrando totalmente os canais à internet. Não haverá mais canais numéricos, mas unicamente aplicativos nos aparelhos. A transmigração será gradativa, com início nas grandes capitais.
A navegação será mais interativa e inovadora, feita exclusivamente por aplicativos, substituindo o sistema tradicional por números. Isso permitirá que os canais ofereçam, além do teor transmitido ao vivo, opções sob demanda — uma vez que séries, jogos ou programas diversos.
A qualidade da imagem irá, no mínimo, quadruplicar. O padrão atual, com TV do dedo em Full HD, passará para 4K ou até 8K. Haverá mais informações por espaço, o que aprimora cor, nitidez e contraste, com o uso de tecnologias uma vez que HDR (High Dynamic Range). Com som imersivo, o telespectador terá a sensação de estar dentro do envolvente exibido na tela.
Com informaçõe do MCom
Natividade: Brasil 61



