Vista panorâmica de João Pessoa com edifícios modernos e ruas movimentadas ao amanhecer, simbolizando crescimento e desenvolvimento.

João Pessoa dispara em empregos formais e assume liderança absoluta no Nordeste com crescimento impressionante de 38,96% em 5 anos

João Pessoa lidera crescimento de empregos formais no Nordeste com 38,96% em cinco anos, segundo dados do Caged divulgados em maio.

João Pessoa se consolida como líder em geração de empregos formais no Nordeste, impulsionada por crescimento contínuo nos últimos cinco anos, aponta Caged

João Pessoa alcançou a primeira posição em crescimento de empregos formais entre as capitais nordestinas, registrando um avanço de 38,96% no estoque de postos de trabalho. Este desempenho também a coloca na quarta posição nacional no volume de contratações, conforme revela a mais recente pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgada em 28 de maio pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A capital paraibana lidera o ranking nordestino em crescimento percentual em três períodos distintos. Os dados do Caged indicam um avanço consistente no início de 2026, a maior expansão nos últimos doze meses e, notavelmente, um expressivo aumento de 38,96% desde 2020.

A pesquisa aponta ainda que a cidade responde por aproximadamente 48% de todas as contratações formais no estado da Paraíba, tanto em abril quanto no acumulado de 2026. Este percentual a posiciona em primeiro lugar entre os 223 municípios paraibanos, evidenciando a concentração da atividade econômica formal na capital.

Os números recentes para o mês de abril confirmam uma tendência positiva observada ao longo da série histórica dos últimos cinco anos. Em abril de 2026, João Pessoa registrou um aumento líquido de 1.144 carteiras assinadas, resultado de 10.723 admissões frente a 9.579 demissões. A capital paraibana é responsável por 57% do aumento total do estoque de contratações no estado, que somou 2.017 postos.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedest), Bruno Farias, os indicadores refletem o empenho da gestão municipal na criação de oportunidades e no fortalecimento econômico da cidade. “O crescimento expressivo do emprego formal nos últimos anos é resultado de um conjunto de ações voltadas à atração de investimentos, ao incentivo ao empreendedorismo e à construção de um ambiente cada vez mais favorável para quem deseja investir, produzir e gerar renda. Hoje, nossa Capital se consolida como uma referência no Nordeste, combinando crescimento econômico com geração de empregos e melhoria da qualidade de vida da população”, declarou Farias.

O secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, João Bosco, também celebrou os resultados, enfatizando que o crescimento de quase 39% no emprego formal não é casual. “É fruto de uma gestão que se dedicou a tornar João Pessoa um ambiente seguro e atraente para investidores e empreendedores. Hoje colhemos esse resultado: somos referência regional e geramos emprego de qualidade na nossa Capital”, completou.

Análise detalhada do crescimento do emprego formal em João Pessoa (Caged, dez/2020 a abr/2026)

  • Crescimento em 2026 (Janeiro a Abril): O estoque de empregos formais cresceu 1,76%, com um saldo positivo de 4.129 postos. Este desempenho coloca a cidade na 2ª posição entre as capitais nordestinas e na 6ª entre as capitais brasileiras no período.
  • Últimos 12 meses (Maio/2025 a Abril/2026): João Pessoa registrou um crescimento de 6,50% no estoque de empregos, com um saldo de 14.571 postos. Este é o maior crescimento percentual entre as capitais do Nordeste e o 2º maior do Brasil, superando cidades como São Luís, Aracaju e Salvador.
  • Últimos 5 anos e 4 meses (Dezembro/2020 a Abril/2026): O estoque de empregos formais saltou de 171.879 para 238.839 vínculos, um acréscimo de 66.960 postos. O crescimento de 38,96% é o maior entre as capitais nordestinas e o 4º maior no país, à frente de Manaus, São Luís e Maceió.

O levantamento comparativo do Caged posiciona João Pessoa (PB) em 1º lugar no Nordeste com 38,96% de crescimento, seguida por São Luís (MA) com 33,65% e Maceió (AL) com 33,08%. Nacionalmente, a capital paraibana figura em 4º lugar, atrás de Macapá (AP) com +55,11%, Boa Vista (RR) com +47,13% e Palmas (TO) com +40,17%.

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