Aldeone Abrantes dispara contra político em Sousa, chamando-o de “borrego enjeitado” por críticas ao São Julho
O ex-vereador e presidente do Sousa Esporte Clube, Aldeone Abrantes, utilizou uma metáfora contundente para criticar um político local que se manifestou contrariamente ao tradicional evento de São Julho em Sousa. Segundo Abrantes, a mentalidade do opositor se enquadra na chamada “Síndrome do Borrego Enjeitado”, caracterizada por opiniões impulsivas e sem fundamento.
A polêmica declaração foi feita em entrevista à Rede Mais e ao Portal MaisPB, onde Aldeone Abrantes expôs sua indignação com as críticas dirigidas a uma festa que, segundo ele, é unanimidade na cidade. O político em questão teria se insurgido contra o evento, chegando a invocar o Papa e a mencionar a possibilidade de ETs abduzirem pessoas durante a Copa do Mundo para entenderem o que é o São Julho.
Abrantes argumentou que a postura do político demonstra um claro descolamento da realidade local e uma falta de compreensão sobre a importância cultural e histórica do São Julho para Sousa. O evento, além de ser uma celebração popular, coincide com o aniversário da cidade e do próprio Sousa Esporte Clube, datas significativas para a comunidade.
A “Síndrome do Borrego Enjeitado” explicada por Aldeone
Em suas declarações, Aldeone Abrantes detalhou a metáfora utilizada para descrever o político opositor. “Um borrego enjeitado às vezes diz o que pensa e o que não pensa, o que a consciência manda e desmanda. É essa a Síndrome do Borrego Enjeitado. Ele é sem eira e sem beira”, explicou o ex-vereador.
Ele lamentou que um evento de grande sucesso e aceitação popular como o São Julho tenha sido alvo de tamanhas críticas. Abrantes associou essa postura a um possível sentimento de frustração ou inveja política, especialmente por parte de quem, segundo ele, não tem voz ativa em grande parte das discussões políticas locais.
Falta de senso de pertencimento e “dor de cotovelo” política
Aldeone Abrantes sugeriu que a crítica ao São Julho revela uma carência de senso de pertencimento por parte do político em questão. “Ele não entende que 10 de julho é o aniversário de Sousa e do Sousa (Esporte Clube)”, pontuou, enfatizando a conexão intrínseca entre a festa e a identidade da cidade.
O ex-vereador descreveu o político como alguém que “ignora sua própria natalidade” e que, em seu habitat político, “não tem poder de fala em 70% ou 80% das reuniões”. Essa falta de influência e reconhecimento, na visão de Abrantes, culmina na manifestação de opiniões controversas e sem embasamento lógico, características do “borrego enjeitado”.
Crítica a um político “legal”, mas “borrego enjeitado” na política
Apesar de não ter revelado o nome do político criticado, Aldeone Abrantes fez um apelo à reflexão sobre a postura adotada. Ele chegou a descrever o indivíduo como “um homem de bem, cara legal, torcedor do Sousa Esporte Clube”, mas ressaltou que, no cenário político atual da Paraíba, sua atuação se assemelha à de um “borrego enjeitado”.
A declaração reforça o descontentamento de Abrantes com a forma como alguns políticos se posicionam, utilizando críticas infundadas a eventos que promovem a cultura e a união da comunidade. A “Síndrome do Borrego Enjeitado” serve como um alerta para a necessidade de um diálogo mais construtivo e alinhado com os interesses e a identidade de Sousa.


