
Policlínica em Campina Grande suspende atendimento ao público após série de quatro arrombamentos e furtos em apenas uma semana
A Policlínica Municipal Dr. Francisco Pinto, situada no centro de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, viu seus atendimentos serem suspensos na segunda-feira (17). A decisão ocorreu após a unidade de saúde ter sido alvo de um arrombamento e furto na madrugada do domingo (16), configurando a quarta ocorrência do tipo em um período de apenas sete dias.
Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, além do furto de equipamentos e materiais, a estrutura física da policlínica também sofreu danos. A pasta informou que ainda está em processo de levantamento detalhado dos prejuízos causados pela ação criminosa.
As investigações sobre os incidentes já começaram, com equipes da polícia técnica tendo comparecido à unidade na manhã de domingo para realizar a perícia e os procedimentos necessários. De acordo com relatos preliminares da Secretaria de Saúde, os suspeitos teriam conseguido acesso à policlínica através das instalações do antigo Fórum Afonso Campos, um imóvel vizinho localizado na Avenida Floriano Peixoto. O prédio, que está cedido ao Governo da Paraíba, encontra-se desocupado, o que, segundo a secretaria municipal, tem facilitado o acesso de criminosos à policlínica e a outros estabelecimentos comerciais na mesma quadra.
A suspensão dos serviços na segunda-feira é considerada essencial pela Secretaria de Saúde. O período será utilizado para implementar novas medidas de segurança, reorganizar a unidade e repor os equipamentos e materiais que foram subtraídos. Pacientes que tinham consultas, exames ou outros procedimentos agendados para esta data serão contatados pelas equipes da secretaria para que seus atendimentos possam ser remarcados.
Em nota oficial, a Prefeitura de Campina Grande expressou seu lamento pelo ocorrido. O executivo municipal assegurou que está empenhado em adotar providências junto aos órgãos de segurança pública, visando à identificação dos responsáveis pelos crimes e à prevenção de novos episódios que possam prejudicar o funcionamento dos serviços públicos de saúde na cidade.

