
Mal-estar em escola de João Pessoa após consumo de doce compartilhado entre alunos aciona autoridades sanitárias
Um incidente envolvendo diversos estudantes de uma escola em João Pessoa mobilizou equipes de atendimento e vigilância sanitária nesta quinta-feira (20). Após consumirem um doce levado por um colega, vários alunos apresentaram sintomas de mal-estar, o que levou ao acionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e à comunicação com os responsáveis pelos alunos. A Secretaria de Educação de João Pessoa informou que dois estudantes precisaram ser levados para unidades de saúde.
Um dos alunos foi encaminhado para a UPA do Valentina, onde recebeu alta médica. O outro foi levado para o Hospital do Valentina. Segundo a Secretaria de Educação, ambos já foram liberados e estão em casa. Os demais estudantes que manifestaram sintomas foram atendidos na própria escola e também já retornaram para suas residências, conforme relatado pela pasta.
A Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa, por meio da Vigilância Sanitária (Visa-JP), dirigiu-se à escola na tarde desta quinta-feira para apurar as circunstâncias do ocorrido, com foco em um possível caso de intoxicação alimentar. Durante a inspeção, foi apurado que o alimento em questão não teve origem na produção da própria escola.
Constatou-se que o doce, descrito como um bolo ou brigadeiro, foi adquirido por um dos alunos em um estabelecimento comercial externo à escola. Uma amostra do alimento restante foi coletada pela Vigilância Sanitária para análise laboratorial. O resultado desses exames é aguardado para auxiliar no esclarecimento da causa do mal-estar apresentado pelos estudantes.
Em nota oficial, a direção da Escola Prof. Durmeval Trigueval Mendes esclareceu que o episódio não possui qualquer vínculo com a alimentação que é usualmente fornecida pela instituição. A unidade escolar também salientou que não realiza a comercialização de lanches em seu interior. A direção reforçou que o doce foi trazido por um estudante e compartilhado com colegas antes do início das aulas, mas as circunstâncias exatas que levaram aos sintomas após o consumo permanecem indefinidas, assim como a confirmação sobre o que teria causado as reações.

