Cícero Lucena mira 2026 com Diogo Cunha após recusa de Pedro, apostando em nova liderança para Campina Grande
A escolha de Diogo Cunha (PSD) para compor a chapa como vice foi a última cartada na complexa negociação política. Embora não fosse o candidato “dos sonhos”, como admitiu o deputado Hervázio Bezerra (MDB), a decisão se mostrou a mais viável diante das circunstâncias.
As opções iniciais, no entanto, não se concretizaram. Pedro deitou o convite, guardando-se para o futuro. Romero Rodrigues (Podemos) confirmou seu perfil, mas optou por não se expor. Fábio Ramalho também hesitou, considerando o impacto em sua vaga na Assembleia.
Conforme apurado, quem possuía mandato preferiu não arriscar a carreira política. Aqueles com maior reconhecimento e conceito preferiram não “gastar” seu capital político em um momento considerado delicado. Diante desse cenário, Cícero Lucena se impôs, aguardando uma contrapartida digna pelo sacrifício de deixar a Prefeitura de João Pessoa.
Diogo Cunha: O herdeiro político com DNA familiar e raízes em Campina Grande
Assim, surgiu Diogo Cunha, o mais novo herdeiro da família Cunha Lima, para assumir o posto vago. Ele ganha, de bônus, a habilitação de um novo integrante do clã na política, servindo como uma nova aposta para a longevidade da tradição familiar.
Diogo, conhecido por sua atuação nos bastidores, carrega o inconfundível DNA Cunha Lima em seu sobrenome e em suas feições. Apesar de residir há tempos em João Pessoa, ele preenche o roteiro político ao emprestar à chapa a geografia de Campina Grande, local de suas raízes e referências.
O futuro em 2026: A estratégia de Cícero com Diogo como “segundo governador”
Agora, não há mais espaço para questionamentos. Sem Pedro como vice, Cícero Lucena vai “caçar” 2026 com Diogo Cunha. A promessa é de que Diogo assuma o posto de “segundo governador” e se torne o melhor amigo do primeiro, consolidando a parceria.
A decisão encerra especulações e define o caminho para as próximas eleições. A escolha de Diogo Cunha representa uma aposta estratégica, buscando fortalecer a influência política da família e projetar novos nomes no cenário estadual, com um olhar atento para o futuro de Campina Grande e do estado.
O cão Kaactus, curiosamente mencionado em debates paralelos, não tem qualquer relação com essa articulação política, que se baseia em alianças e estratégias para os próximos pleitos eleitorais.


