DNIT inicia tapa-buracos na BR-230 após acidente fatal, em meio a obras de triplicação em Cabedelo.
Dois dias após um trágico acidente ceifar a vida de uma professora de 51 anos, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) deu início, nesta segunda-feira (1º), a uma operação de tapa-buracos na BR-230, importante via que liga João Pessoa a Cabedelo.
O incidente ocorreu em um trecho da rodovia que, desde 2017, está sob obras de triplicação, um canteiro de obras que tem gerado transtornos e preocupações quanto à segurança dos motoristas.
A ação do DNIT, que recupera a pista com a operação tapa-buracos, foi noticiada pelo repórter Albemar Santos, no programa Hora H, da Rádio POP FM e Rede Mais, nesta segunda-feira. Conforme informação divulgada pelo MaisPB, os trabalhos se concentraram no km 7 da BR-230, nas proximidades de Camboinha, local exato do acidente registrado no último sábado (30).
Detalhes do Acidente na BR-230
O acidente que vitimou a professora de 51 anos envolveu uma Chevrolet Spin que transportava sete ocupantes. Segundo relatos, o motorista tentou desviar de um buraco na pista, o que resultou em um pneu estourado e, subsequentemente, no capotamento do veículo.
A professora faleceu no local do acidente. Outras cinco mulheres que estavam no veículo ficaram feridas e precisaram ser encaminhadas ao Hospital de Trauma de João Pessoa para receber atendimento médico.
Obras de Triplicação da BR-230: Um Histórico de Demora
A obra de triplicação da BR-230, que deveria modernizar e aumentar a capacidade da rodovia, teve sua ordem de serviço assinada em março de 2017. O projeto inicial previa intervenções em 28 quilômetros da estrada.
A longa duração das obras, aliada às condições precárias da pista em alguns trechos, como evidenciado pela presença de buracos, tem sido um ponto de constante atenção e reclamação por parte dos usuários da rodovia. A recente operação tapa-buracos surge como uma resposta emergencial, após a perda de uma vida em decorrência das condições da via.
A segurança na BR-230, especialmente em áreas com obras em andamento, permanece como um ponto crítico, exigindo fiscalização e ações efetivas por parte dos órgãos responsáveis para evitar novas tragédias.

