
Exames periciais descartam, no momento, suspeita de envenenamento e apontam complicações respiratórias como motivo do falecimento da criança
A causa da morte de um bebê de um ano, identificado como Noah, ocorrida em uma ocupação no Centro de João Pessoa, foi definida como sufocação consecutiva. A conclusão foi confirmada nesta terça-feira (8) pelo diretor do Instituto Médico Legal (IML) da capital, Flávio Fabres, conforme informações do Jornal da Paraíba.
De acordo com os peritos, o quadro de sufocação consecutiva ocorreu após o bebê se engasgar, o que resultou na privação contínua de oxigênio. Além do engasgo, o laudo inicial também aponta a broncoaspiração como fator determinante para o óbito.
O órgão informou que a autópsia incluiu a coleta de amostras de sangue para a realização de análises laboratoriais complementares. O diretor do instituto pontuou o status atual das investigações sobre outras causas possíveis:
“No momento, não há elementos para afirmar intoxicação exógena ou envenenamento”.
O bebê residia com a família na ocupação. O socorro foi prestado na segunda-feira (7), quando a criança foi encaminhada ao Hospital de Emergência e Trauma apresentando sinais de agitação e engasgo, mas não resistiu. Antes da conclusão do IML, havia a hipótese de que o menino teria ingerido alimento envenenado destinado a gatos. O sepultamento de Noah ocorreu nesta terça-feira, em João Pessoa, enquanto novos exames complementares seguem em processamento.


