Análise de pesquisa eleitoral para eleição de governadores em 11 estados

Disputas pelo Governo em 11 Estados São Reveladas em Pesquisa da Quaest; Veja o Panorama Detalhado para 2026

Pesquisa Quaest detalha cenários eleitorais para o governo em 11 estados em 2026. Descubra quem lidera e quais os principais desafios dos pré-candidatos.

Pesquisa Quaest divulga cenários acirrados e definições em disputas estaduais para governos em 2026

Uma análise detalhada das futuras eleições para governadores em 11 estados brasileiros, divulgada pela Quaest, aponta cenários eleitorais diversos, com disputas acirradas, equilíbrios técnicos e definições importantes para 2026. O levantamento oferece um panorama dos pré-candidatos, suas intenções de voto, índices de rejeição e a influência do alinhamento político nacional.

Na Bahia, o atual governador Jerônimo Rodrigues enfrenta um desafio considerável, apresentando um índice de rejeição de 42%, superior ao de seu principal adversário, ACM Neto, que registra 32%.

No Ceará, a pesquisa simula diferentes cenários. Em uma disputa entre o governador Elmano de Freitas (PT) e Ciro Gomes, o pré-candidato do PSDB leva vantagem com 41% contra 32% do petista. Já Camilo Santana venceria Ciro Gomes no segundo turno por 44% a 39%, enquanto Ciro superaria Elmano de Freitas por 46% a 35%. O alinhamento com o governo federal também é um fator crucial, com 43% dos cearenses preferindo um governador aliado a Lula, contra 18% que optam por um aliado de Bolsonaro.

O Espírito Santo apresenta um cenário de empate técnico entre quatro pré-candidatos. Paulo Hartung (PSD) lidera com 19%, seguido por Lorenzo Pazolini (Republicanos) com 18%. Ricardo Ferraço (MDB) e Magno Malta (PL) aparecem com 15% cada. O deputado federal Helder Salomão (PT) surge com 7%. A retirada de Hartung das simulações favorece Ricardo Ferraço, que lidera com índices entre 24% e 32%. Magno Malta detém a maior rejeição, com 46%. A incerteza é alta, com 60% dos eleitores podendo mudar de voto.

Em Goiás, o vice-governador Daniel Vilela (MDB), que assumiu após a saída de Ronaldo Caiado, lidera as intenções de voto com 33%, impulsionado pela alta aprovação do governo anterior (84%). O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) aparece em segundo, com 21%. Em um segundo turno, Vilela venceria Perillo por 46% a 27%. Perillo é o nome mais rejeitado, com 50%.

Minas Gerais mostra Cleitinho como favorito em cenários de segundo turno contra todos os adversários testados. Alexandre Kalil (PDT) e Rodrigo Pacheco (PSB) aparecem em seguida, enquanto o atual governador Mateus Simões (PSD) registra baixa intenção. A incerteza no estado é alta, com 60% do eleitorado podendo mudar de candidato.

No Pará, Daniel Santos e Hana Ghassan estão em empate técnico no primeiro turno. Ghassan conta com potencial apoio de Barbalho, que teve 63% de aprovação. O nível de indecisão no estado chega a 33%. Em simulações de segundo turno, os candidatos permanecem tecnicamente empatados.

O senador Sergio Moro (PL) lidera a corrida eleitoral no Paraná, com 35% das intenções de voto, seguido por Requião Filho (PDT) com 18% e Rafael Greca (MDB) com 15%. O atual governador, Ratinho Junior, tem 64% de aprovação para eleger um sucessor. O eleitorado paranaense prefere, majoritariamente, um governador independente (44%), seguido por um aliado de Bolsonaro (34%).

Pernambuco apresenta João Campos com vantagem em simulações de segundo turno contra Raquel Lyra, vencendo por 46% a 38%. O fator nacional é decisivo, com 47% dos eleitores preferindo um governador aliado a Lula, e João Campos leva vantagem nessa identificação.

No Rio de Janeiro, a disputa é influenciada pelo desgaste da gestão anterior. Douglas Ruas (PL) e Anthony Garotinho (Republicanos) aparecem atrás de outros pré-candidatos. A alta desaprovação do governo Castro (47%) reflete no desejo de mudança, com 43% querendo uma alteração completa no trabalho anterior.

O Rio Grande do Sul mostra um cenário aberto com equilíbrio e alto índice de indecisos (34%). 68% dos eleitores podem rever sua escolha. Apesar da aprovação da gestão Leite, 49% dos eleitores afirmam que ele não merece eleger um sucessor.

Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o ex-ministro Fernando Haddad (PT) e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão) compõem os principais nomes testados.

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