Lídia Moura se solidariza com jornalista vítima de tentativa de estupro em Cabedelo e pede fim do silêncio sobre violência sexual
A ex-secretária das Mulheres e da Diversidade Humana e pré-candidata a deputada federal, Lídia Moura, manifestou publicamente sua solidariedade à jornalista que recentemente relatou uma tentativa de estupro ocorrida em Intermares, Cabedelo. O depoimento corajoso da profissional nas redes sociais serviu como um importante alerta para outras mulheres.
Lídia Moura ressaltou a **grande coragem** da jornalista em compartilhar sua experiência dolorosa. Segundo ela, esse ato é fundamental para **romper o silêncio** que muitas vezes protege os agressores e encoraja outras vítimas a se manifestarem.
“Quero expressar minha solidariedade e meu abraço à jornalista que decidiu tornar pública uma experiência tão dolorosa. Falar sobre a violência sofrida exige muita coragem e ajuda a romper o silêncio que ainda protege muitos agressores”, afirmou Lídia Moura.
A importância da denúncia e o apoio às vítimas
A ex-secretária enfatizou que casos de tentativa de estupro, estupro e outras formas de violência sexual **devem ser denunciados**. A denúncia é vista como um instrumento essencial para que os responsáveis sejam investigados e devidamente responsabilizados pelos seus atos criminosos.
“É fundamental que as mulheres saibam que não estão sozinhas. A denúncia é um instrumento de proteção individual e coletiva. Quando um agressor permanece impune, ele pode continuar fazendo novas vítimas”, destacou Lídia Moura. Ela orientou que o registro da ocorrência pode ser feito em uma delegacia ou, para maior conforto, através da Delegacia Online.
Fortalecendo a rede de proteção e o direito de viver sem medo
Lídia Moura também reforçou a necessidade de **acolhimento às vítimas** e de um **fortalecimento da rede de proteção** voltada para as mulheres. Ela reiterou que nenhum tipo de violência deve ser naturalizado.
“Toda mulher tem o direito de viver sem medo e com segurança. Que esse relato sirva também como um chamado para que outras mulheres busquem apoio, denunciem e saibam que existem serviços preparados para acolhê-las”, concluiu Lídia Moura, reforçando o compromisso com a segurança e os direitos das mulheres.


