Justiça da Paraíba mantém prisão de sócio da Pixbet em operação contra lavagem de dinheiro e evasão de divisas

Justiça mantém prisão preventiva de sócio da Pixbet em operação contra lavagem de dinheiro e evasão de divisas

A Justiça da Paraíba decidiu, nesta quinta-feira (17), manter a prisão preventiva de Diomar Tadeus Dantas de Farias, um dos sócios da empresa Pixbet. A decisão ocorreu durante audiência de custódia.

O empresário é alvo de uma nova fase da Operação Arena, conduzida pela Polícia Federal. Ele é suspeito de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

As investigações apontam para movimentações financeiras suspeitas que ultrapassam a marca de R$ 2 bilhões. Esses valores teriam sido transacionados entre os anos de 2022 e 2025, utilizando empresas e estruturas financeiras no exterior.

Conforme divulgado pelo MaisPB, o mandado de prisão contra Dantas de Farias deveria ter sido cumprido em Campina Grande, mas o empresário não foi encontrado na cidade. Ele foi localizado posteriormente em Jacumã, no Litoral Sul paraibano.

Operação da Polícia Federal investiga esquema milionário

Além da prisão preventiva do sócio da Pixbet, a operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão. As diligências ocorreram em Campina Grande e João Pessoa, e também foram determinadas medidas de sequestro de bens dos envolvidos.

A investigação sugere que recursos provenientes de jogos de azar e apostas esportivas foram utilizados para movimentar o dinheiro ilícito. A estrutura financeira investigada envolveria empresas e operações no exterior, configurando um esquema complexo.

A Pixbet, empresa paraibana de apostas esportivas, já havia sido alvo da primeira fase da Operação Arena. As apurações continuam para detalhar a extensão do esquema e identificar todos os participantes.

Entenda as acusações contra o sócio da Pixbet

Diomar Tadeus Dantas de Farias responde por suspeitas de **lavagem de dinheiro**, **evasão de divisas** e **crimes contra o Sistema Financeiro Nacional**. A Polícia Federal reuniu indícios que sustentam a necessidade da prisão preventiva para a continuidade das investigações.

A suspeita é que o empresário tenha atuado ativamente na movimentação de valores que teriam origem em atividades ilegais. As transações internacionais apontam para uma tentativa de ocultar a procedência e o destino dos recursos.

Pixbet no centro das investigações de crimes financeiros

A participação da Pixbet, uma empresa de apostas esportivas com forte atuação no mercado brasileiro, é um ponto central na Operação Arena. A Polícia Federal busca desarticular uma rede criminosa que utiliza plataformas de jogos para **lavar dinheiro**.

As autoridades financeiras monitoram com atenção o setor de apostas esportivas e jogos online, devido ao alto volume de transações e ao potencial de uso para atividades ilícitas. A investigação na Paraíba reforça essa preocupação.

Medidas cautelares e busca por mais informações

A manutenção da prisão preventiva visa garantir que o empresário não interfira nas investigações e que haja a recuperação dos valores desviados. O sequestro de bens também é uma medida para mitigar os efeitos do crime.

A Polícia Federal segue com as apurações para identificar outros possíveis envolvidos e mapear completamente o esquema financeiro. A expectativa é que novas informações surjam com a análise do material apreendido e com a colaboração de outros órgãos de controle.

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