Duas pessoas foram presas em flagrante na tarde desta sexta-feira (24) em Campina Grande, Paraíba, após uma operação que resultou na apreensão de quase dois mil cigarros eletrônicos, popularmente conhecidos como ‘vapes’. A ação ocorreu no bairro Jardim Paulistano e visou combater o **contrabando** de produtos proibidos no estado.

Os cigarros eletrônicos, avaliados em um montante significativo, foram encontrados em uma sala comercial. A polícia identificou que os produtos tinham origem no Paraguai, país conhecido por ser um grande fornecedor de itens de contrabando para o Brasil. A venda e o uso desses dispositivos são estritamente proibidos na Paraíba.

Um dos indivíduos detidos é o proprietário do estabelecimento comercial onde os ‘vapes’ estavam armazenados. O outro homem preso atuava como gerente da loja e era responsável pela comercialização dos produtos, incluindo vendas realizadas de forma online. A investigação aponta para uma rede de distribuição ilegal desses itens.

Proibição de Vapes na Paraíba é Reforçada

A legislação estadual da Paraíba, através da Lei Estadual nº 12.351/2022, **proíbe a comercialização e o uso de cigarros eletrônicos** em todo o território. A lei busca coibir os riscos à saúde associados ao consumo desses dispositivos, que ainda carecem de estudos conclusivos sobre seus efeitos a longo prazo.

A apreensão em Campina Grande é um reflexo do **combate rigoroso** que as autoridades têm empreendido contra a entrada e distribuição de produtos ilícitos no estado. A polícia reitera a importância de a população se atentar às leis vigentes para evitar envolvimento em atividades criminosas.

Investigados Encaminhados para Procedimentos Legais

Após a prisão e a apreensão dos materiais, os dois homens foram encaminhados para a Central de Polícia Civil de Campina Grande. Eles responderão pelos crimes de contrabando, tendo em vista a origem estrangeira e a proibição dos produtos. Os procedimentos legais cabíveis estão sendo realizados.

Os investigados permanecem recolhidos na carceragem da unidade policial, aguardando a realização da audiência de custódia, onde um juiz decidirá sobre a manutenção da prisão ou a aplicação de medidas cautelares. A operação demonstra o compromisso das forças de segurança com a **saúde pública** e o cumprimento da lei.

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