
João Pessoa é reconhecida como a capital do Nordeste com o melhor índice de qualidade de vida, segundo ranking do Instituto Imazon
Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (20) pelo instituto Imazon, em parceria com outras organizações, colocou João Pessoa em primeiro lugar entre as capitais do Nordeste no quesito qualidade de vida. A pesquisa, que avaliou as cidades brasileiras com base no Índice de Progresso Social (IPS) para o ano de 2026, também posicionou a capital paraibana em 9º lugar no ranking nacional das capitais. O IPS mede a qualidade de vida através de 57 indicadores sociais e ambientais, utilizando dados de fontes públicas como DataSUS e IBGE.
O desempenho de João Pessoa no índice, que alcançou a nota 67,73, contribui significativamente para o Estado da Paraíba, que registrou o melhor índice da região Nordeste com 62,39 pontos, situando-se entre os 11 melhores do Brasil. O prefeito Leo Bezerra destacou a conquista como confirmação do caminho de investimentos em pessoas, na cidade e na geração de oportunidades.
“Ver João Pessoa como a capital do Nordeste com o melhor índice de qualidade de vida confirma que estamos no caminho certo, investindo nas pessoas, cuidando da cidade e garantindo mais oportunidades para todos. Esse resultado é fruto de um trabalho sério, planejado e humano, que olha para áreas essenciais como saúde, educação, meio ambiente e inclusão social. João Pessoa hoje é referência nacional porque cresce sem perder sua essência, colocando a qualidade de vida da população como prioridade absoluta”, apontou o prefeito Leo Bezerra.
Em comparação com outras capitais nordestinas, Natal (RN) obteve a segunda melhor colocação regional, com 66,82 pontos, ocupando a 13ª posição no Brasil. Maceió (AL) ficou na última posição da região, com 61,96 pontos, e apareceu em 25º lugar no ranking nacional.
A secretária de Educação e Cultura, América Castro, associou a posição de destaque de João Pessoa à política educacional implementada no município. Ela ressaltou os investimentos e ações voltadas para a área, como a expansão do tempo integral e a formação de profissionais.
“Temos trabalhado para garantir os direitos de aprendizagens, ampliar oportunidades educativas com mais acesso, mais vagas e mais estudantes atendidos com qualidade. A expansão do tempo integral, os investimentos em formação continuada dos nossos profissionais, programas de alfabetização, tecnologia nas escolas, valorização das equipes e o cuidado com o desenvolvimento integral dos estudantes são ações que impactam diretamente os indicadores sociais”, elencou América Castro.
O Índice de Progresso Social (IPS) avalia o bem-estar social e a sustentabilidade ambiental, desconsiderando dados financeiros. Ele abrange três dimensões principais: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades, analisando indicadores ambientais como preservação de áreas naturais e gestão de resíduos, e sociais como acesso a saneamento, saúde, educação e inclusão.


