Padrasto de 67 anos é preso em João Pessoa sob acusação de estupro contra enteada de 11 anos; família denunciou suspeitas

Padrasto investigado por estupro contra enteada de 11 anos é preso em JP

Um homem de 67 anos foi preso preventivamente nesta terça-feira (20) em João Pessoa, no bairro de Oitizeiro. Ele é investigado pelo crime de estupro de vulnerável contra sua enteada, uma menina de apenas 11 anos.

A prisão ocorreu após a Polícia Civil reunir elementos que apontam para a gravidade dos fatos. A investigação foi iniciada depois que familiares da vítima procuraram a delegacia para comunicar suspeitas de violência sexual.

O relacionamento entre o suspeito e a mãe da criança durava cerca de três anos. As suspeitas ganharam força quando a menina relatou a pessoas próximas que estaria sendo vítima de atos sexuais praticados pelo padrasto.

Abuso em ambiente familiar

Segundo a Polícia Civil, o suspeito se aproveitava da proximidade familiar e do acesso frequente à vítima dentro de casa para cometer os abusos. A situação foi revelada após relatos da própria criança a pessoas de sua confiança.

A equipe da Delegacia de Repressão ao Crime Contra a Criança e o Adolescente (DRCCIJ) instaurou o procedimento investigativo. Foram coletadas declarações de familiares e testemunhas, reunindo informações cruciais para o esclarecimento dos fatos.

Prisão preventiva para proteção da vítima

Diante da gravidade das denúncias e dos elementos coletados, a autoridade policial representou pela decretação da prisão preventiva do investigado. O pedido foi motivado pela necessidade de proteger a vítima, garantir a ordem pública e prevenir a reiteração delitiva.

Após a expedição do mandado judicial, policiais civis realizaram diligências e localizaram o homem no bairro de Oitizeiro. O cumprimento da ordem de prisão foi efetuado no local.

Encaminhamento à Justiça

O homem foi conduzido para a realização dos procedimentos legais cabíveis. Ele permanece agora à disposição da Justiça para as devidas providências e para responder pelas acusações. O caso segue em investigação pela Polícia Civil.

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