Pollyanna Werton defende mulher na vice de Lucas Ribeiro para fortalecer a democracia e representar as paraibanas
A pré-candidata a deputada federal Pollyanna Werton (PP) reafirmou nesta sexta-feira (31) a sua defesa por uma mulher compondo a chapa majoritária na disputa pela reeleição do governador Lucas Ribeiro (PP). A declaração ocorreu após uma reunião com outros pré-candidatos do Progressistas à Câmara dos Deputados.
Segundo Pollyanna Werton, a inclusão de uma mulher na vice-governadoria seria um passo importante para a **legitimação da democracia** no estado. Ela argumenta que, em um cenário onde a chapa majoritária pode apresentar apenas homens, a presença feminina é fundamental para dar voz e representatividade às mulheres paraibanas.
A ex-secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba destacou a importância de escolher uma candidata que seja **democrática** e que tenha a capacidade de defender as pautas relevantes para as mulheres do estado. A origem geográfica da candidata, segundo ela, é secundária, desde que a pessoa possua **conteúdo e compromisso** com as causas femininas.
Além da questão de gênero, Pollyanna Werton ressaltou a necessidade de a futura vice-governadora ter um perfil que **compreenda as políticas públicas** implementadas pela gestão estadual. A proximidade com o governo e o entendimento das ações em curso são vistos como cruciais para a continuidade do trabalho.
“Acima de tudo a gente espera que seja uma pessoa relacionada com o governo. Uma pessoa que compreenda as políticas públicas que estão implementadas, que ela possa dar continuidade juntamente com o governador Lucas. O vice é uma pessoa importante”, explicou Pollyanna Werton. Ela acrescentou que a responsabilidade do vice, especialmente em ausências do governador, demanda alguém alinhado com as políticas governamentais.
A fala de Pollyanna Werton reforça o debate sobre a importância da **representatividade feminina** na política e a busca por uma gestão que contemple as diversas vozes da sociedade paraibana. A pré-candidata sinaliza que a escolha da vice-governadora deve ser pautada não apenas por critérios técnicos, mas também pela necessidade de **equidade de gênero** e pela defesa de pautas sociais relevantes.